TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Saiba mais sobre Empreendedorismo no Brasil na nova edição do programa Explicando Direito

Está no ar a mais nova edição do programa Explicando Direito, uma iniciativa da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) que tem por objetivo desenvolver conhecimentos sobre temas jurídicos e sociais, visando o aperfeiçoamento das relações humanas. Nesta 21ª edição, o convidado é o escritor, mestre em Direito, especialista em Gestão Pública e servidor do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Gilbert luz.
 
O tema apresentado pelo analista judiciário é o empreendedorismo no Brasil, sob a ótica do princípio da livre iniciativa, da livre concorrência e da valorização do trabalho humano. Ele discorre sobre o livro por ele escrito e intitulado ‘O empreendedorismo no Brasil sob a ótica do princípio da livre iniciativa, da livre concorrência e da valorização do trabalho humano.’
 
Na publicação, são descritas situações sobre o empreendedorismo no país de acordo com princípios existentes no artigo 170 da Constituição Federal. “São os princípios da livre iniciativa, da livre concorrência e a valorização do trabalho humano”, assinala Gilbert.
 
“O ato de empreender, como muitas pessoas imaginam, não significa somente abrir uma empresa, não significa abrir um negócio (…) Esse empreendedorismo pode ser utilizado dentro de uma atividade rotineira, dentro do seu trabalho atual, dentro da sua atividade que desenvolve até mesmo num órgão público. Empreender significa buscar novas ideias, inovações, novidades, aceitando obviamente os riscos e encarando os obstáculos”, explica.
 
Segundo Gilbert, no Brasil, 76% dos jovens entre 20 e 36 anos querem ter o seu próprio negócio. “Não pensam numa carreira institucional, não pensam em fazer concurso e sim abrir o seu próprio negócio, que é a área para a qual o livro está voltado.”
 
Na apresentação, o escritor enfatizou a importância da valorização do trabalho humano. “Muita gente pensa que valorizar o trabalho humano tem a ver somente com a parte financeira, a parte salarial, mas sim, a gente está prezando pela incolumidade física, mental, do trabalhador, um ambiente saudável, um ambiente salutar, um clima organizacional que propicie uma melhor produtividade daquele trabalhador, naquele ramo (…) A valorização do trabalho humano é fundamental para que se atinja os ditames da justiça social, os ditames do bem-estar social”, ressalta.
 
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem 1: Fotografia colorida. Na lateral esquerda o ícone de play acompanhado do texto: /tjmtoficial. Na parte superior central o logo do Programa Explicando Direito, a foto do convidado: Gilbert Luz, acompanhados do texto: Analista judiciário do TJMT e escritor. Assista agora! 21º Episódio.
 
 
Lígia Saito
Assessoria de Comunicação
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Canal e registro garantem sigilo e proteção à vítima de assédio e discriminação

Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Possíveis casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação ocorridos no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso devem ser informados e são apurados por uma das Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, que tem como premissa básica de sua atuação o acolhimento e o apoio à vítima.

O respeito integral à pessoa noticiante começa com o acatamento da sua vontade quanto a quaisquer encaminhamentos ou decisões. E tudo tramita de modo seguro e confidencial, por meio de escuta humanizada e ética, com o compromisso de manutenção do sigilo dos dados das vítimas e das informações por elas apresentadas. Essa conduta visa minimizar os riscos psicossociais e promover a saúde mental no trabalho.

A Instrução Normativa TJMT/PRES n. 4/2024 do TJMT, que regulamenta o processo de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, garante que a escuta e o acompanhamento da pessoa que noticia caso de assédio ou discriminação observem métodos e técnicas profissionais, propiciando atenção humanizada e centrada na necessidade da pessoa noticiante, respeitando seu tempo de reflexão e decisão e fortalecendo sua integridade psíquica, autonomia e liberdade de escolha.

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O serviço de acolhimento, escuta, acompanhamento e orientação é prestado à pessoa que queira recebê-lo, independentemente se decidiu formalizar ou não a notícia do caso para as providencias cabíveis, ou seja, nada é feito sem o consentimento da vítima.

Vale destacar que a Resolução CNJ n. 351/2020 proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido, podem registrar casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação por meio de um formulário on-line, disponível na página da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. Para acessá-lo, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

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Saiba mais sobre o assédio moral, assédio sexual e a discriminação no ambiente de trabalho no Guia de Combate ao Assédio, também disponível na página da Comissão, no portal do TJMT.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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