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Projeto Verde Novo lança novo hotsite com acessibilidade e inclusão digital

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Um novo hotsite do projeto Verde Novo, do Juizado Volante Ambiental de Cuiabá (Juvam), foi lançado nesta terça-feira (22) com novas ferramentas de acessibilidade e inclusão digital – seguindo algumas normativas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e reafirmando o compromisso da justiça inclusiva da atual gestão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
 
 
O sítio possui um menu de acessibilidade (Ctrl + U) com as seguintes opções:
 
– Aumento de contraste
– Cores invertidas
– Links destacados
– Texto maior
– Espaçamento de texto
– Pare de animações
– Dislexia amigável
– Fontes legíveis
– Cursor grande
– Máscara de leitura
– Guia de leitura
– Barra de ferramentas
– Altura da linha
– Alinhamento de texto
 
Além disso, o novo hotesite mudou de endereço, https://projetoverdenovo.tjmt.jus.br/, mudou de layout, imagens, está mais clean e enxuto, com as informações mais importantes sobre o projeto e a abertura para receber os internautas que buscam informações do projeto no meio digital.
 
Nele é possível conhecer a história do projeto, quem são os parceiros, conferir o contador de árvores já plantadas, a agenda de ações, fotos, vídeos e contatos.
 
O Projeto Verde Novo é uma iniciativa do Juizado Volante Ambiental de Cuiabá (Juvam) e conta com apoio do Grupo Petrópolis que disponibiliza das mudas, da Energisa, da TV Centro América, do Instituto Ação Verde e da Prefeitura de Cuiabá.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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