TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Projeto Nosso Judiciário encerra 2024 com visita de acadêmicos da Faculdade Fasipe Cuiabá

Para finalizar as atividades do ano de 2024 do Projeto Nosso Judiciário, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso recebeu os acadêmicos de Direito da Faculdade Fasipe campus Cuiabá para uma última visita guiada à sede do órgão do Estado. Já no início do passeio, os mais de 30 estudantes, do sétimo ao décimo semestres, tiveram a oportunidade de assistir a uma sessão de julgamento da Segunda Câmara de Direito Público e Coletivo, presidida pelo desembargador Mário Kono.
 
A coordenadora do Núcleo de Prática Jurídica Fasipe Cuiabá, Izabel Barbosa, destacou a importância da iniciativa do projeto para complementar o que foi estudado em sala. “É uma oportunidade ímpar onde eles podem desenvolver o conhecimento adquirido de forma teórica, observando como funciona toda a estrutura do Judiciário do Estado de Mato Grosso”, disse Izabel.
 
Os acadêmicos também puderam conhecer o Espaço Memória, local destinado a preservar a história do Judiciário de Mato Grosso. Lá, eles conversaram um pouco com o juiz auxiliar da Presidência do TJMT, Jones Gattass. O magistrado contou sobre suas experiências na carreira, além de aconselhar os estudantes nesse momento em que é normal ter dúvidas sobre qual área seguir na profissão.
 
“Não é a primeira vez, eu já havia estado aqui falando com outros alunos, com outra faculdade. É sempre uma satisfação muito grande a gente poder transmitir algum conhecimento para eles nesse tocante, ou seja, se você quiser trilhar a carreira jurídica, se ele quiser escolher a magistratura, a gente está torcendo para que seja assim”, frisou o magistrado.
 
A acadêmica Gabrielly Moreira Santos ficou satisfeita com a visita. “Na academia nós aprendemos a teoria, e aqui nós podemos reconhecer e ver na prática realmente como funciona. Como foi explanado pelo juiz, as áreas jurídicas nós podemos explorar futuramente, é muito interessante, muito acolhedor”, relatou a jovem.
 
Ao final da visitação, foi distribuído a todos os estudantes um glossário jurídico, como também garrafinha e agenda personalizadas do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. O aluno Adilson Bezerra frisou o incentivo dado aos acadêmicos, que já passaram da metade do curso.
 
“Foi muito proveitosa a fala do juiz e nos motivou algumas situações em relação a buscar aquilo que a gente sonha, seja ser um magistrado ou buscar a advocacia. Foi muito interessante e motivador para nós”, finalizou o estudante.
 
Fernanda Calazans (estagiária)
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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