TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Programa Verde Novo realiza plantio de 400 mudas de árvores nos jardins do viaduto na Miguel Sutil

A missão de tornar Cuiabá uma cidade mais arborizada segue em ritmo acelerado. Desta vez, o ‘Programa Verde Novo’ do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) junto com voluntários e parceiros realizou o plantio de 400 mudas de árvores, na manhã de sábado (09 de novembro), nos quatro jardins em torno do viaduto na Avenida Miguel Sutil, próximo à Rodoviária de Cuiabá.
 
O coordenador do Programa Verde Novo, Sergio Savioli Resende, explicou que o objetivo desta ação é arborizar espaços urbanos para diminuir os efeitos das ilhas de calor na cidade, proporcionando bem-estar e qualidade de vida à população. 
 
“A ideia é criar uma espécie de floresta urbana nessas áreas em torno do viaduto para contribuir com a biodiversidade, além de redução da temperatura e o aumento da umidade relativa do ar”, afirmou  Sérgio Savioli. 
 
Esse compromisso com meio ambiente fez parte da programação de muitas famílias que compareceram ao evento. O senhor Everson Alvarenga levou a esposa e suas duas filhas para plantar mudas de árvores.
 
A gente observa muito essa mudança climática, por isso, trouxemos as crianças para mostrar a importância deste trabalho. Com essa plantação teremos um ambiente bem melhor, ainda mais aqui em Cuiabá, temos temperaturas muito altas”, declarou Alvarenga. 
 
O senhor Sérgio Ricardo Inoui, presidente da Associação dos Engenheiros Sanitaristas e Ambientais de Mato Grosso (AESA-MT), levou o neto para participar do plantio e ensinar o pequeno sobre a importância de arborizar os espaços urbanos. 
 
“Vamos plantar uma sementinha na cabeça dessas crianças para que elas cresçam com essa consciência de cuidado com meio ambiente e possamos ter uma cidade com clima melhor, mais verde e com a temperatura menos quente”, disse.  
 
Além de realizar o plantio, o Programa Verde Novo disponibilizou 100 mudas de árvores para serem entregues às pessoas que passavam no local. Os voluntários também puderam levar mudas para plantar no quintal de casa. 
 
A advogada Helena Maria dos Santos Mariano, moradora do Bairro Cinturão Verde, estava passando na Avenida Miguel Sutil e fez uma pausa no seu trajeto para pegar mudas de árvores frutíferas. “Fui buscar minha tia que estava vindo de Sinop. Então, decidi parar aqui para levar umas mudas, faz tempo que eu estava atrás. Estou levando goiaba e caju, vou plantar no terreno da minha chácara”. 
 
Além de embelezarem a paisagem urbana, as árvores são fundamentais para a purificação e umidade do ar, pois capturam gases e devolvem puro oxigênio para a atmosfera. E também, as árvores são protagonistas quando o assunto é contribuir para minimizar o aquecimento global. Ao plantar uma espécie frutífera, se tem a garantia da colheita de frutos saudáveis e frescos, coisa rara de se ver atualmente em grandes centros. As espécies nativas, como os ipês, podem enfeitar as cidades, deixando o cenário com cores vibrantes, rosa, amarelo, branco ou roxo.  
 
A força-tarefa realizada pelo Programa Verde Novo, com plantio mudas de árvores nos espaços urbanos, contou com apoio de ajuda de vários parceiros. As mudas plantadas fazem parte do acervo de 20 mil exemplares doados pelo Programa REM, no mês de outubro. A Associação de Engenheiros Sanitaristas, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-MT) e a Caixa de Assistência dos Profissionais do CREA – Mútua patrocinaram a mão-de-obra para abrir os berços onde serão plantadas as árvores. A empresa Águas Cuiabá realizou a doação de adubo fortificante. Um dos voluntários, Everson Alvarenga, do Estado de São Paulo, realizou a doação de água mineral para hidratação de todos os voluntários no dia da ação. Além disso, demais parceiros e a sociedade também fazem parte desta corrente do bem que estão unidos arborização dos espaços urbanos dentro de Cuiabá.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem. Foto 1: várias pessoas no jardim plantando mudas de árvores. Foto 2: mostra um homem no gramado, com suas duas filhas crianças, plantando muda árvores no gramado. Foto 3: mostra um homem com uma criança no colo. Ele é um senhor branco, cabelos grisalhos, usa uma camiseta verde. A criança é um menino branco, cabelos claros lisos e está vestindo uma camiseta colorida. 
 
Carlos Celestino / Imagens: Carlinhos Augusto 
Coordenadoria de Comunicação do TJMT 
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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42º Gemam reforça atualização da magistratura diante de desafios sociais complexos

Homem com cabelos grisalhos e barba, fala direcionando o olhar para baixo e para a esquerda. Ele usa paletó azul e camisa social cinza. Um microfone da A evolução constante da sociedade e o surgimento de novos desafios exigem do Poder Judiciário uma resposta igualmente dinâmica e qualificada. Com esse enfoque, o desembargador Márcio Vidal, diretor da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), abriu o 42º Encontro do Grupo de Estudos da Magistratura de Mato Grosso (Gemam) ao destacar que a busca por conhecimento é contínua e essencial para enfrentar problemas sociais que acompanham o avanço do tempo.

A afirmação de Vidal sintetiza o espírito do encontro realizado na última sexta-feira (19 de junho), no Tribunal do Júri de Rondonópolis, que reuniu magistrados(as) em uma programação técnica voltada à discussão de temas atuais e sensíveis à prestação jurisdicional.

Na abertura do encontro, o desembargador ressaltou que o Judiciário precisa acompanhar as transformações sociais, que evoluem junto com o avanço tecnológico, mas também trazem novos problemas.

Ao comentar a temática da palestra inicial, intitulada “Juventude em risco: O desafio das drogas no portão da escola e a proteção da vida por meio da internação compulsória para todos”, Vidal chamou atenção para a complexidade da questão das drogas entre jovens, classificando-a como um tema bastante sensível para toda a sociedade. Segundo o desembargador, o papel do Judiciário é justamente se manter atento e buscar constantemente novos modelos de atuação.

Homem de cabelos escuros e curtos, vestindo paletó azul e camisa branca, concede entrevista olhando para o lado esquerdo. Um microfone preto aparece em primeiro plano e o fundo está desfocado.Representando a Corregedoria-Geral da Justiça, o juiz auxiliar Jorge Alexandre Martins Ferreira reforçou o apoio institucional ao evento e destacou o impacto da atualização contínua na qualidade das decisões. “É muito importante que o juiz se qualifique vendo coisas novas”, afirmou, ao comentar a relevância da palestra com o psiquiatra convidado, Diego de Souza Vacari.

Ferreira acrescentou que o contato com dados atuais permite compreender melhor a realidade social, citando como exemplo a evolução do potencial das drogas ao longo das décadas. “São fatos que a gente vê no dia a dia e que mostram que precisamos estar sempre reaprendendo”, completou.

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Construção coletiva fortalece a magistratura

Mulher de cabelos longos e escuros fala ao microfone. Ela veste blazer off-white e brincos de argola. Ao fundo, um painel verde exibe a imagem da estátua da Justiça com a balança.A proposta do Gemam como espaço de construção coletiva foi enfatizada pela coordenadora do grupo, juíza Alethea Assunção Santos. Segundo ela, o diferencial está na produção acadêmica conduzida pelos próprios magistrados(as). “A construção é feita pelos próprios juízes e, a partir das discussões, são elaborados enunciados orientativos para a prestação jurisdicional. Isso é muito importante porque enriquece o nosso trabalho, enriquece a prestação jurisdicional e serve como capacitação profissional e também pessoal para os magistrados de Mato Grosso”, explicou.

Ela destacou ainda que os temas debatidos refletem diretamente os desafios enfrentados nas unidades judiciais. “São dificuldades que encontramos no dia a dia da prestação jurisdicional e, a partir desses debates, conseguimos levar mais segurança para as decisões”, pontuou, ressaltando que o resultado é um serviço mais qualificado à população.

Mulher de cabelos escuros e batom vermelho sorri ao conceder entrevista. Ela veste blusa verde-escura sem mangas. Um microfone da A realização do encontro em Rondonópolis foi celebrada pela juíza diretora do Foro, Aline Bissoni, que destacou a importância institucional do evento. “É uma honra receber o Gemam, um grupo que realmente traz temas muito relevantes para o nosso desenvolvimento”, afirmou. Para ela, a abordagem interdisciplinar amplia a visão dos magistrados sobre questões complexas.

Atuando na área criminal, a magistrada destacou o impacto prático do conteúdo apresentado. “Ouvir o psiquiatra falar de forma técnica sobre os malefícios das drogas e como elas se tornaram mais nocivas faz toda a diferença para que possamos julgar melhor”, disse.

Homem de óculos fala ao microfone, gesticulando com a mão esquerda. Ele veste terno escuro, camisa clara e gravata amarela listrada. Ao fundo, uma parede verde e um banner com a deusa da justiça.No campo interdisciplinar, o psiquiatra Diego Vacari, responsável pela palestra de abertura, enfatizou a importância do diálogo entre diferentes áreas. Ele destacou como positiva a aproximação da magistratura com o tema. “A magistratura está cada vez mais interessada nessa situação, e isso é fundamental para desmitificar e aproximar saúde mental e justiça”, afirmou.

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Vacari alertou ainda para o aumento do consumo de drogas entre crianças e adolescentes, fenômeno que, segundo ele, ocorre em escala global. “Os jovens estão usando drogas cada vez mais cedo, muitas vezes dentro da escola ou nas proximidades”, disse. Para o especialista, o enfrentamento do problema depende de atuação conjunta. “Se não houver união entre saúde, justiça, segurança pública e educação, não vamos conseguir diminuir esses índices”.

Mulher de cabelos longos e ondulados fala ao microfone, com a mão direita fechada. Veste camisa estampada verde e branca e saia escura. Ao fundo, parede verde e pontas de mastros de bandeiras.Outro destaque foi o painel sobre litigância abusiva, no qual a juíza Cristiane Padim da Silva apresentou proposta para aprimorar o monitoramento de demandas predatórias. “A ideia é registrar a Recomendação 159 do CNJ nas decisões em que houver abuso do direito de ação, para que possamos traçar estratégias mais eficientes”, explicou. Segundo ela, a medida busca garantir que o sistema de justiça seja mais acessível a quem realmente precisa. A magistrada também ressaltou a importância do encontro como espaço de troca. “A gente sai daqui cheio de ideias, de motivação, com mais preparo para a atuação diária”, afirmou.

Além das discussões sobre saúde mental, drogas e litigância abusiva, o 42º Gemam contou ainda com painéis voltados a outros temas relevantes para a atuação jurisdicional. Foram abordados o controle judicial do orçamento público e a aplicação de emendas parlamentares frente à discricionariedade e abuso de poder, o tratamento ambulatorial e as medidas de segurança aplicáveis a réus com doença mental, bem como o conceito e as implicações da chamada “purga da mancha probatória”.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo: Rodrigo Moura

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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