TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Presidente do Tribunal de Justiça recebe visita institucional da defensora-geral de Mato Grosso

A presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Clarice Claudino da Silva, recebeu a visita institucional da defensora-geral de Mato Grosso, Maria Luziane Ribeiro de Castro.
 
Maria Luziane foi eleita no fim de 2022 para comandar a Defensoria Pública no biênio 2023/2024, e torneou-se a segunda mulher a dirigir a Defensoria Pública do Estado. No encontro com a desembargadora Clarice Claudino, a defensora-geral estava acompanhada de Rogério Borges Freitas e Maria Cecília Alves da Cunha, primeiro subdefensor e segunda subdefensora-geral, respectivamente.
 
“Foi uma conversa institucional, de cortesia e para apresentar a nossa equipe. Além disso, estamos iniciando nossa administração no mesmo tempo que a desembargadora assumiu a Justiça estadual”, destacou a Maria Luziane, acrescentando que a direção superior da Defensoria Pública é composta ainda pelo secretário executivo, defensor Clodoaldo Aparecido Gonçalves de Queiroz.
 
A magistrada agradeceu a visita e desejou sucesso à equipe na condução da Defensoria Pública durante o biênio. A presidente do Tribunal de Justiça ressaltou a importância da relação harmônica entre as instituições que atuam como parceiras para fazer a melhor entrega judicial aos cidadãos e cidadãs de Mato Grosso. “É um órgão de significado impar no sistema judicial, e o nosso relacionamento sempre tem que ser aprimorado”, finalizou a desembargadora.
 
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Descrição das imagens: Foto 1 – Imagem colorida em formato horizontal da defensora-geral, Maria Luziane, de vestido amarelo, desembargadora Clarice Claudino, subdefensor Rogério Borges, e subdefensora Maria Cecília, de macacão vermelho.
 
Álvaro Marinho/ Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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