TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Presidente Clarice Claudino apresentará boas práticas da Justiça Restaurativa em congresso nacional

As boas práticas do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) na promoção da Justiça Restaurativa no âmbito educacional será o tema da apresentação da presidente Clarice Claudino da Silva, no XI Congresso Brasileiro Magistrados Espíritas. Na ocasião, a desembargadora deve falar sobre o trabalho de fomento para a realização de Círculos de Construção de Paz nas instituições de ensino públicas e privadas do estado, como ferramenta de pacificação social.
 
A apresentação de “Boas Práticas – Justiça Restaurativa na Educação” será realizada neste sábado (11 de novembro), às 11h30.
 
Às 14h, a desembargadora também irá presidir um painel sobre a Tolerância Religiosa nos Tribunais, em acordo com a Resolução 440/2022 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A discussão contará com a participação da juíza da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e da conselheira do CNJ e desembargadora do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, Salise Monteiro Sanchotene.
 
Em sua 11ª edição, o congresso reunirá magistrados de todo país em torno da temática “A magistratura no século XXI e a doutrina espírita”. O encontro ocorrerá nesta sexta e sábado (10 e 11 de novembro). O primeiro dia de atividades acontecerá no Polo de Justiça, Cultura e Cidadania e o segundo, no Hotel Kubitschek Plaza.
 
O evento é uma realização da Associação Brasileira dos Magistrados Espíritas (Abrame).
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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