TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Poder Judiciário de Mato Grosso

A ‘Tokenização do Agronegócio’ e os ‘Impactos da Reforma do Código Civil para o setor, o Marco Legal das Garantias’ são os que serão debatidos no Ciclo de Palestras do Agronegócio. O evento será realizado presencialmente, na manhã de 25 de outubro, das 8h às 12h, na Famato e as inscrições estão abertas. A Esmagis-MT oferece vagas gratuitas para magistrados e servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
Para participar, é necessário enviar um e-mail para [email protected], se identificar como integrante da Justiça estadual e solicitar o voucher para inscrição gratuita. O evento é organizado pela Escola Superior da Advocacia, parceira da Esmagis no aperfeiçoamento funcional de membros e servidores, bem como pela Comissão do Agronegócio da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Mato Grosso.
 
A palestra sobre ‘Tokenização no Agronegócio’ será ministrada pela advogada Nuria Lopez, doutora em Teoria e Filosofia de Direito pela PUC-SP, juntamente com o advogado e assessor Jurídico da Famato, João Victor Cardoso. Já o tema ‘Os Impactos da Reforma no Código Civil para o Setor e Marco Legal das Garantias’ será abordado pelo advogado Fábio Rocha Pinto e Silva, doutor em Direito Civil pela Université Paris, e também pelo advogado e Latin Legum Magister em Direito, Tiago Lessa.
 
Direito do Agronegócio – Ainda no evento, o presidente da Comissão de Agronegócio da OAB-MT, Rodrigo Bressane, lançará o livro Direito do Agronegócio. Trata-se de um compêndio com as principais questões que movimentaram o I Congresso do Agronegócio da OAB-MT, realizado em maio de 2024.
 
 
Descrição da imagem: peça publicitária colorida e vertical. À direita, imagem de auditório com pessoas sentadas olhando para alguém em pé escrevendo no quadro. À esquerda, texto: Ciclo de Palestras. Data: 25 de outubro. Horas: 8h. Local: Famato. Certificação: 4h.
 
Keila Maressa 
Assessoria de Comunicação 
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Leia Também:  Escola Superior da Magistratura oferece vagas para magistrados(as) no I Congresso do Agronegócio
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Canal e registro garantem sigilo e proteção à vítima de assédio e discriminação

Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Possíveis casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação ocorridos no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso devem ser informados e são apurados por uma das Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, que tem como premissa básica de sua atuação o acolhimento e o apoio à vítima.

O respeito integral à pessoa noticiante começa com o acatamento da sua vontade quanto a quaisquer encaminhamentos ou decisões. E tudo tramita de modo seguro e confidencial, por meio de escuta humanizada e ética, com o compromisso de manutenção do sigilo dos dados das vítimas e das informações por elas apresentadas. Essa conduta visa minimizar os riscos psicossociais e promover a saúde mental no trabalho.

A Instrução Normativa TJMT/PRES n. 4/2024 do TJMT, que regulamenta o processo de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, garante que a escuta e o acompanhamento da pessoa que noticia caso de assédio ou discriminação observem métodos e técnicas profissionais, propiciando atenção humanizada e centrada na necessidade da pessoa noticiante, respeitando seu tempo de reflexão e decisão e fortalecendo sua integridade psíquica, autonomia e liberdade de escolha.

Leia Também:  Supervisão dos Juizados Especiais disponibiliza publicações de interesse social sobre Lei de Drogas

O serviço de acolhimento, escuta, acompanhamento e orientação é prestado à pessoa que queira recebê-lo, independentemente se decidiu formalizar ou não a notícia do caso para as providencias cabíveis, ou seja, nada é feito sem o consentimento da vítima.

Vale destacar que a Resolução CNJ n. 351/2020 proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido, podem registrar casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação por meio de um formulário on-line, disponível na página da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. Para acessá-lo, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

Leia Também:  Escola Superior da Magistratura oferece vagas para magistrados(as) no I Congresso do Agronegócio

Saiba mais sobre o assédio moral, assédio sexual e a discriminação no ambiente de trabalho no Guia de Combate ao Assédio, também disponível na página da Comissão, no portal do TJMT.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA