TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Plantão Tira-Dúvidas integra servidores e aprimora padronização dos trabalhos

A integração entre servidores e servidoras do Poder Judiciário de Mato Grosso para a melhora das rotinas internas é um dos objetivos do Plantão Tira-Dúvidas. Em mais um encontro virtual, realizado na manhã desta quarta-feira (25 de maio), mais de 120 pessoas tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas sobre o tema proposto: “Como utilizar os painéis Operacional, Secretaria e Litígio Especializado para gestão da Secretaria”.
 
A proposta da iniciativa é alinhar os assuntos de cada Plantão para uniformização dos processos de trabalho, por meio de um bate-papo informal, que além de tudo, promove a troca de experiência.
 
Quem participou pela primeira vez do Plantão Tira-Dúvidas foi o gestor judiciário da Comarca de Nobres, Giovanni Augusto Corrêa de Almeida Junior. Para ele essa é uma iniciativa tão boa que afirmou que participará das próximas.
 
“Para mim é um avanço importante reunir os servidores para que a gente consiga falar mesma língua, padronizar os andamentos, nos auxiliar no alinhamento dos procedimentos e conseguir melhorar a organização da vara. Com toda certeza é uma ação que melhora nosso trabalho. A gente se sente privilegiado por saber que a Corregedoria abriu esse canal de comunicação, principalmente com o interior”, ressalta o gestor judiciário.
 
O gestor geral da Comarca de São José dos Quatro Marcos, Gilson da Silva Martins, participou do encontro. Ele avalia o Plantão e ressalta a importância desse produto que está à disposição do público interno. “Acho [o Plantão] superinteressante. Tenho acesso à ciência de dados para acompanhamento constante então foi muito proveitoso, ainda mais de forma virtual, que possibilita o acesso de mais participantes”, comenta o servidor.
 
O Plantão também foi aprovado pelo assessor da Primeira Vara Especializada da Fazenda Pública, Lucyomar Franca Neto da Silva. “Meus parabéns a todos os envolvidos nesse treinamento. Explicação clara e precisa. Foi minha primeira participação no formato tira-dúvidas. Achei bem dinâmico e leve. A apresentação não fica cansativa para os participantes. Parabéns!!!”
 
A diretora do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (Dapi), Renata Bueno, fez a abertura dos trabalhos e deu boas vindas aos participantes ao destacar o propósito do Plantão. O servidor da Corregedoria-Geral da Justiça, Vitor Odenor Aquino da Silva falou sobre o tema com dinâmica entre teoria e prática, além da participação da gestora do Laboratório de Fluxo do Processo Judicial Eletrônico (PJe), Rosemeire Pincerato e demais servidores dos setores.
 
Sobre o Plantão – Para facilitar o acesso a todos que de alguma forma não podem participar dos encontros, o conteúdo fica abrigado no Hotsite do Plantão Tira-Dúvidas para consulta.
 
O Plantão Tira-Dúvidas é uma iniciativa do Laboratório de Fluxo do PJe, vinculado ao Dapi e que conta com apoio de várias áreas do Tribunal de Justiça a cada edição, conforme o assunto abordado.
 
Os encontros ocorrem a cada 15 dias, às 10h, e todos (as) os (as) servidores (as) são bem-vindos (as) para participar.
 
Informações, dúvidas e sugestões de temas para o Plantão podem ser encaminhadas para o endereço eletrônico: [email protected]
 
ParaTodosVerem: esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência. Imagem 1: Print de tela do Plantão Tira-Dúvidas onde aparecem alguns participantes na sala virtual.
 
Leia nos links abaixo mais matérias sobre o Plantão:
 
 
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

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Nem tudo é assédio: entenda o que caracteriza a prática

Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Agir de forma abusiva, humilhante ou constrangedora contra outra pessoa no ambiente de trabalho, independentemente de intencionalidade ou de reiteração, é assédio moral. É possível identificá-lo por palavras, atos, gestos, perseguições ou mensagens escritas, que intencionalmente ou não, causam danos à dignidade, à saúde ou ao emprego da vítima.
Por outro lado, também é preciso ter atenção para situações que, embora possam parecer desagradáveis, não caracterizam assédio moral. Veja alguns exemplos:
Exigências profissionais: Exigir eficiência no trabalho, estimular o cumprimento de metas, fazer cobranças, críticas e avaliações sobre o trabalho e o comportamento profissional, cobrar por tarefas não realizadas ou feitas sem empenho.
Aumento do volume de trabalho: É natural haver períodos de maior volume de trabalho. A sobrecarga só é vista como assédio se usada para desqualificar alguém ou como punição.
Controle de ponto: Essa ferramenta não é meio de intimidação, pois serve para controle de frequência e assiduidade do quadro de pessoal.
Más condições de trabalho: Um ambiente modesto, com iluminação não satisfatória, por exemplo, não representa necessariamente assédio moral, exceto se a intenção é menosprezar o profissional.
Aborrecimentos e conflitos: Divergências profissionais, não ter uma ideia acolhida pela chefia ou ser ocasionalmente contrariado não caracterizam assédio moral, pois, nesses casos, existiu a exposição das opiniões.
Definição de metas: Definição de prazos e metas razoáveis são importantes para o bom desenvolvimento do trabalho.
Cobrança de produtividade: Toda relação de trabalho exige certo grau de exigência. Cobranças razoáveis e respeitosas de produtividade não são assédio moral.
Exigência de pontualidade: O cumprimento do horário de trabalho é dever profissional e está previsto em lei.
Mudança de local de trabalho: Transferências de postos de trabalho por necessidade de serviço são comuns, se realizadas de forma justificada e sem o propósito de represália.
Todas essas informações estão no Guia de Combate ao Assédio disponibilizado pela Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação do Poder Judiciário de Mato Grosso em sua página no portal do TJMT.
Apoio institucional – A Comissão também dispõe de um canal de manifestação, aberto a magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido. Para acessar o formulário para registro da notícia do fato, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.
Seguindo a Resolução n. 351, de 28 de outubro de 2020, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), é garantido o sigilo e o compromisso de confidencialidade no encaminhamento da notícia de assédio ou discriminação, sendo vedado o anonimato, visando proteger o direito à intimidade e a integridade psíquica da pessoa noticiante, sendo exigido o seu consentimento expresso para qualquer registro ou encaminhamento formal do relato.
Além disso, a mesma resolução proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Autor: Celly Silva

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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