TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
Inauguração do novo Fórum de Várzea Grande reflete união de esforços de várias gestões

A pretensão de construir um novo fórum para atender a segunda maior comarca de Mato Grosso teve início em 2011, na gestão do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho (2011-2013). O pontapé inicial foi dado no dia 28 de outubro de 2011, quando o então presidente oficializou a doação do terreno pelo empresário Juarez Ductievicz e recebeu a escritura da área.
Durante a gestão do desembargador Orlando de Almeida Perri (2013-2015), foi assinado outro termo de doação ampliando a área do Complexo Judiciário de Várzea Grande – onde estaria prevista a construção não só sede da Justiça Estadual no município, mas também da Defensoria Pública, Ministério Público e Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Mato Grosso (OAB-MT).
“Minha parte desse fórum foi a inicial, com a licitação, em sequência a autorização para dar início à obra. Deixamos tudo preparado para que a construção fosse desenvolvida no tempo necessário. Tínhamos uma série de obras necessárias e obras que estavam iniciadas e paralisadas. Não há outra coisa a fazer além de terminar as iniciadas e começar as imprescindíveis. Foi essa premência que tivemos. Grato por ter participado do processo, à medida que permitiu à minha presidência, e vê-lo encerrado. É sempre uma condição especial para todos nós, que somos servidores. Nossa tarefa é essa, me sinto bastante satisfeito por ter colaborado, enfim, fechamos o trabalho”, disse o desembargador durante a inauguração.
O novo fórum inicia sua jornada histórica com cerca de 70 mil processos, atendendo as demandas judiciais da população de aproximadamente 300 mil habitantes. O antigo prédio foi instalado em 18 de dezembro de 1984, utilizado por mais de 30 anos, e fez parte do desenvolvimento e da evolução da cidade.Fonte: Tribunal de Justiça de MT
TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
Canal e registro garante sigilo e proteção à vítima de assédio e discriminação
Possíveis casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação ocorridos no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso devem ser informados e são apurados por uma das Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, que tem como premissa básica de sua atuação o acolhimento e o apoio à vítima.
O respeito integral à pessoa noticiante começa com o acatamento à sua vontade quanto a quaisquer encaminhamentos ou decisões. E tudo tramita de modo seguro e confidencial, por meio de escuta humanizada e ética, com o compromisso de manutenção do sigilo dos dados das vítimas e das informações por elas apresentadas. Essa conduta visa minimizar os riscos psicossociais e promover a saúde mental no trabalho.
A Instrução Normativa TJMT/PRES n. 4/2024 do TJMT, que regulamenta o processo de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, garante que a escuta e o acompanhamento da pessoa que noticia caso de assédio ou discriminação observem métodos e técnicas profissionais, propiciando atenção humanizada e centrada na necessidade da pessoa noticiante, respeitando seu tempo de reflexão e decisão e fortalecendo sua integridade psíquica, autonomia e liberdade de escolha.
O serviço de acolhimento, escuta, acompanhamento e orientação é prestado à pessoa que queira recebê-lo, independentemente se decidiu formalizar ou não a notícia do caso para as providencias cabíveis, ou seja, nada é feito sem o consentimento da vítima.
Vale destacar que a Resolução CNJ n. 351/2020 proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.
Magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido, podem registrar casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação por meio de um formulário on-line, disponível na página da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. Para acessá-lo, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.
Saiba mais sobre o assédio moral, assédio sexual e a discriminação no ambiente de trabalho no Guia de Combate ao Assédio, também disponível na página da Comissão, no portal do TJMT.
Autor: Celly Silva
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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