TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Inauguração do novo Fórum de Várzea Grande reflete união de esforços de várias gestões

 
O dia 1º de julho de 2022 fica marcado como a data da inauguração oficial do novo Fórum de Várzea Grande, mas o processo para que esse dia chegasse passou pelas mãos de diferentes presidentes do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, refletindo a união de esforços entre várias gestões do Poder Judiciário que deixaram um legado para a sociedade várzea-grandense.
 
A pretensão de construir um novo fórum para atender a segunda maior comarca de Mato Grosso teve início em 2011, na gestão do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho (2011-2013). O pontapé inicial foi dado no dia 28 de outubro de 2011, quando o então presidente oficializou a doação do terreno pelo empresário Juarez Ductievicz e recebeu a escritura da área.
 
“Tivemos a colaboração de muitas pessoas, principalmente juízes e servidores do Fórum de Várzea Grande à época e fomos à luta. Obtivemos o imóvel, deu tempo de mandarmos elaborar o projeto e hoje o fórum está aqui pronto. Não tenho dúvidas em dizer que esse é o fórum mais moderno do Brasil, com tecnologia, com capacidade para atender muito bem os que necessitam do Poder Judiciário de Várzea Grande. Fico muito feliz e satisfeito por ter colaborado um pouco para a construção”, destacou o ex-presidente Rubens na solenidade de inauguração, realizada na tarde de hoje.
 
Durante a gestão do desembargador Orlando de Almeida Perri (2013-2015), foi assinado outro termo de doação ampliando a área do Complexo Judiciário de Várzea Grande – onde estaria prevista a construção não só sede da Justiça Estadual no município, mas também da Defensoria Pública, Ministério Público e Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Mato Grosso (OAB-MT).
 
A gestão seguinte, comandada pelo desembargador Paulo da Cunha, manteve a preocupação em entregar para a população várzea-grandense um fórum que atendesse as necessidades da comarca. “Toda administração tem que ser uma sequência, um começa, outro dá continuidade até chegar ao final. Foi isso que aconteceu com essa obra, foi uma sequência, e hoje estamos inaugurando essa grande obra para melhor prestar serviço aos jurisdicionados”, frisou o ex-presidente.
 
O processo licitatório para contratar a empresa que construiria o fórum teve início na gestão do ex-presidente Rui Ramos Ribeiro (biênio 2017-2018). O desembargador assinou a ordem de serviço no dia 8 de outubro de 2018. Durante sua gestão, foi iniciada a construção do novo fórum, além de realizar uma revisão de processos, de metodologia e de perspectiva do plano de obras.
 
“Minha parte desse fórum foi a inicial, com a licitação, em sequência a autorização para dar início à obra. Deixamos tudo preparado para que a construção fosse desenvolvida no tempo necessário. Tínhamos uma série de obras necessárias e obras que estavam iniciadas e paralisadas. Não há outra coisa a fazer além de terminar as iniciadas e começar as imprescindíveis. Foi essa premência que tivemos. Grato por ter participado do processo, à medida que permitiu à minha presidência, e vê-lo encerrado. É sempre uma condição especial para todos nós, que somos servidores. Nossa tarefa é essa, me sinto bastante satisfeito por ter colaborado, enfim, fechamos o trabalho”, disse o desembargador durante a inauguração.
 
O ex-presidente Carlos Alberto Alves da Rocha (biênio 2019-2020) deu continuidade ao andamento das obras, inclusive durante a pandemia, acompanhando os trabalhos pessoalmente, fazendo visitas in loco ao canteiro de obras e cobrando agilidade da construtora. À época, o desembargador destacou a importância de acompanhar o crescimento populacional de Várzea Grande e trazer mais conforto aos servidores, operadores do Direito e jurisdicionados, ofertando instalações físicas modernas e adequadas à atualidade.
 
O novo fórum inicia sua jornada histórica com cerca de 70 mil processos, atendendo as demandas judiciais da população de aproximadamente 300 mil habitantes. O antigo prédio foi instalado em 18 de dezembro de 1984, utilizado por mais de 30 anos, e fez parte do desenvolvimento e da evolução da cidade.
 
“Construímos essa obra com várias colheres de pedreiro, cada uma na mão de um de nós. Várzea Grande já merecia isso. Desembargador Rubens deu o pontapé inicial, conseguindo o terreno, conseguiu firmar um compromisso de todo o colegiado para que essa obra saísse. E aos meus demais sucessores fica aqui meu reconhecimento por todos que passaram e tiveram participação. É muito prazeroso para todos nós estarmos aqui hoje”, destacou a presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Maria Helena Póvoas.
 
#Paratodosverem
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Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Canal e registro garante sigilo e proteção à vítima de assédio e discriminação

Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Possíveis casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação ocorridos no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso devem ser informados e são apurados por uma das Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, que tem como premissa básica de sua atuação o acolhimento e o apoio à vítima.

O respeito integral à pessoa noticiante começa com o acatamento à sua vontade quanto a quaisquer encaminhamentos ou decisões. E tudo tramita de modo seguro e confidencial, por meio de escuta humanizada e ética, com o compromisso de manutenção do sigilo dos dados das vítimas e das informações por elas apresentadas. Essa conduta visa minimizar os riscos psicossociais e promover a saúde mental no trabalho.

A Instrução Normativa TJMT/PRES n. 4/2024 do TJMT, que regulamenta o processo de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, garante que a escuta e o acompanhamento da pessoa que noticia caso de assédio ou discriminação observem métodos e técnicas profissionais, propiciando atenção humanizada e centrada na necessidade da pessoa noticiante, respeitando seu tempo de reflexão e decisão e fortalecendo sua integridade psíquica, autonomia e liberdade de escolha.

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O serviço de acolhimento, escuta, acompanhamento e orientação é prestado à pessoa que queira recebê-lo, independentemente se decidiu formalizar ou não a notícia do caso para as providencias cabíveis, ou seja, nada é feito sem o consentimento da vítima.

Vale destacar que a Resolução CNJ n. 351/2020 proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido, podem registrar casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação por meio de um formulário on-line, disponível na página da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. Para acessá-lo, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

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Saiba mais sobre o assédio moral, assédio sexual e a discriminação no ambiente de trabalho no Guia de Combate ao Assédio, também disponível na página da Comissão, no portal do TJMT.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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