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Fórum de Cáceres realiza ação solidária e juíza destaca aproximação com a sociedade

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Aproximar o Poder Judiciário da sociedade foi uma das inspirações para servidores, servidoras, magistrados e magistradas da Comarca de Cáceres (a 225 km a oeste de Cuiabá) realizarem mais uma ação solidária no município, em parceria com a Justiça Comunitária. Na quinta-feira (14), às vésperas da Páscoa, foram distribuídos cerca de 100 ovos de chocolates a crianças atendidas pelo Projeto Social AMENM e estudantes da Escola Paraíso.

 
Na ocasião, estiveram presentes a juíza Hanae Yamamura de Oliveira e o juiz José Eduardo Mariano. A arrecadação dos ovos ocorreu dias antes no Fórum a ação foi semelhante a que é feita em datas como o Natal.
 
“O papel do Poder Judiciário vai além do de julgar, tem uma função social. O Fórum precisa ser visto como solidário e acolher a comunidade. Ações como esta aproximam o Judiciário da sociedade, mostram que nos importamos com a população. Tivemos uma união de energias entre servidores, assessores de todo Fórum e magistrados, fomos além do nosso papel, que deve ser exercido com excelência”, contou a juíza.
 
O Projeto Social AMENM é realizado no Bairro Rodeio, local que recebeu a distribuição dos ovos de Páscoa e ainda foram contemplados alunos da Escola Paraíso, da rede pública de ensino do Município.
 
Caso algum membro da sociedade tenha interesse em participar das campanhas solidárias promovidas na Comarca, basta se cadastrar na Diretoria do Fórum de Cáceres.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição da imagem: Foto colorida onde membros do Judiciário de Cáceres aparecem ao lado de estudantes que posam com os ovos de chocolate doados.
 
 
Andhressa Barboza
Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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