TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Encontro dos Centros de Solução de Conflitos termina com troca de experiências

A troca de experiências marcou o encerramento do Encontro Estadual de Juízes coordenadores e Gestores dos Cejuscs de Mato Grosso, na sexta-feira (30.08), na Escola dos Servidores. No local, duas oficinas de aprimoramento foram realizadas, uma para magistrados e outra para gestores de Cejuscs no Estado. Os momentos oportunizaram o alinhamento e melhoria da gestão dos juízes coordenadores e o aperfeiçoamento das técnicas dos gestores. O momento fechou o ciclo dos debates iniciados no dia 29 de agosto, com a abertura do encontro. 
 
O desembargador Mário Roberto Kono de Oliveira, presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Resolução de Conflitos do TJMT (Nupemec), destacou que o principal objetivo do encontro era garantir a troca de experiências. 
 
“Criamos um ambiente favorável para aquele colega que está diante de alguma dificuldade ou questão, compartilhe com outros colegas e juntos as soluções de um local chegam ao conhecimento dos demais”. Para o desembargador, a ocasião também permitiu que sugestões de melhorias fossem debatidas. “Quando você trabalha várias cabeças, no mesmo ideal, você consegue resultados maravilhosos. Você copia o que é de bom, descarta o que não funciona, identifica suas falhas e como pode corrigi-las”, completou.
 
Para melhorar a eficácia dos trabalhos dos 48 Cejuscs (Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania de Mato Grosso), o Nupemec (Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Resolução de Conflitos do TJMT) organizou oficinas práticas e objetivas, para melhorar a rotina de cada unidade.
 
“As oficinas foram subdivididas, uma para magistrados e outra para servidores. Ambas trataram do mesmo assunto com abordagens diferentes. A oficina de magistrados tratou o tema de forma tática e gerencial, porque o juiz coordenador não é a pessoa que operacionaliza o Cejusc. Ele é quem coordena os trabalhos; por isso, deve ter uma visão estratégica e de alto nível. Enquanto a oficina dos gestores tratou do assunto no âmbito operacional. Como que isso será feito lá na ponta, no Processo Judicial eletrônico (PJe)?”, explicou João Gualberto Nogueira Neto, Gestor-Geral do Nupemec.
 
A juíza da 2ª Vara da Comarca de Nova Xavantina, Angela Maria Janczeski Goes, pontuou que a ocasião também permitirá ao Nupemec conhecer mais sobre a realidade de cada Cejusc. “Há metodologias de medição dos trabalhos sendo desenvolvidas nos Cejuscs, mas que não estão sendo registrados. Isso faz com que o Nupemec não tenha a visão do que está acontecendo no Cejusc do interior. Então, a partir desse momento, faremos as anotações e padronizar os registros de cada trabalho desenvolvido. Desse trabalho, será possível retratar o que realmente ocorre nas comarcas”.
 
A condução da oficina com os magistrados foi do desembargador Mário Roberto Kono de Oliveira, presidente do Nupemec e Helícia Vitti Lourenço — Juíza Coordenadora do Nupemec.
 
Oficina com os Gestores – Uma melhor operacionalização dos trabalhos pelos servidores do Cejusc foi o foco da oficina ministrada pela equipe Nupemec. “Trabalhamos, agora, na execução dos projetos do nosso planejamento estratégico para este ano. E, a cada projeto, exige um controle por etapas. Nesse momento de integração, conseguimos conectar exatamente aquilo que o Nupemec faz, já no âmbito gerencial, com o que o Cejusc faz no âmbito operacional”, destacou o Gestor-Geral do Núcleo.
 
Áquila Júnior Lopes Machado, gestor do Cesusc de São Félix do Araguaia, ressaltou que o encontro permitiu melhorar os trabalhos de cada unidade para medir os resultados. 
“O PJE tem muitas funcionalidades, mas não nos traz os dados da forma que precisamos. Então, alinhamos ideias de como extrair essas informações, pelo menos manualmente, até encontrarmos alternativa, pois precisamos identificar qual é o potencial de cada Cejusc e assim adotar e criar melhorias para o nosso trabalho”. 
 
#Paratodosverem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1. Imagem na horizontal mostra Helícia Vitti ministrando a oficina para magistrados em uma sala de aula. Ela é uma mulher branca, cabelo loiro e veste um blazer verde claro sobre uma blusa branca.
 
Priscilla Silva
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT  
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Mutirão Interligue Já alcança 93,7% de conciliação e segue até sexta-feira

Banner verde com o texto centralizado O Mutirão Interligue Já, voltado à regularização sanitária e ambiental de imóveis ainda não conectados à rede pública de esgoto, que segue até sexta-feira (12), já apresentou resultados expressivos. Nos primeiros dias (08 e 09), o índice de conciliação alcançou 93,7% nas audiências realizadas, demonstrando a efetividade do diálogo na solução de demandas relacionadas ao saneamento básico e à proteção ambiental.

Nesta 6ª edição, dos 546 procedimentos pré-processuais incluídos no mutirão, foram designadas 214 audiências nos dois primeiros dias. Destas, 119 resultaram em acordo, 87 registraram ausência das partes e oito terminaram sem acordo. Considerando apenas as 127 audiências efetivamente realizadas, a taxa de conciliação atingiu 93,7%.

O coordenador do Grupo de Meio Ambiente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Rodrigo Roberto Curvo, expressou satisfação com o resultado parcial, “que reforça a importância do diálogo e do trabalho integrado entre o Poder Judiciário, instituições parceiras e a sociedade na busca por soluções sustentáveis e duradouras”.

O gestor judiciário do Cejusc Ambiental, Samir Padilha de Oliveira, afirmou a taxa de 93,7% de acordos nas audiências efetivamente realizadas evidencia a disposição das partes em construir soluções consensuais para questões que impactam diretamente a saúde pública, o saneamento básico e a qualidade de vida da população.

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Semana da Pauta Verde

Este ano, a ação também integra a programação da Semana da Pauta Verde, que prossegue até o dia 12, em uma mobilização nacional promovida pelo Fórum Ambiental do Poder Judiciário, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para impulsionar o julgamento de processos ambientais e fomentar a resolução consensual de conflitos relacionados ao meio ambiente.

A iniciativa é desenvolvida pelo Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) e pelo Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania Ambiental (Cejusc Ambiental), em parceria com instituições públicas e a concessionária Águas Cuiabá.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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