TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Desembargadora fala sobre acessibilidade em curso para cuidadores de alunos com deficiência

A desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, presidente da Comissão de Acessibilidade e Inclusão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, participou nessa terça-feira (17 de setembro) da aula inaugural do curso técnico em serviços de apoio a pessoas com deficiência no ambiente escolar, que está sendo promovido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci).
 
A desembargadora falou sobre o trabalho realizado no Tribunal de Justiça na luta pela ampliação e conscientização sobre os direitos das pessoas com deficiência. Várias iniciativas da comissão foram apresentadas pela magistrada, tais como curso de Língua Brasileira de Sinais (Libras), cursos e palestras que a comissão promove, além de explicar conceitos como acessibilidade.
 
“Esse curso é muito importante porque vai auxiliar deficientes visuais, alunos surdos, cegos, autistas na sala de aula, a desenvolver qualquer atividade, saber lidar com essas crianças”, pontuou a desembargadora.
 
A aula inaugural e entrega de material contaram com a presença de professores, alunos, autoridades do Governo e instituições parceiras. Ao todo, são ofertadas 600 vagas gratuitas para o curso, que foram distribuídas em Cuiabá, Várzea Grande e Primavera do Leste. O curso terá duração de cerca de um ano. Os alunos receberão capacitação necessária para suporte adequado a pessoas com diferentes tipos de deficiência.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: foto horizontal colorida da desembargadora Nilza no palco falando em um microfone para o público, que está sentado abaixo, de costas para a câmera. Ao fundo, há a projeção de tela de uma imagem de uma escola na parede.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Canal e registro garante sigilo e proteção à vítima de assédio e discriminação

Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Possíveis casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação ocorridos no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso devem ser informados e são apurados por uma das Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, que tem como premissa básica de sua atuação o acolhimento e o apoio à vítima.

O respeito integral à pessoa noticiante começa com o acatamento à sua vontade quanto a quaisquer encaminhamentos ou decisões. E tudo tramita de modo seguro e confidencial, por meio de escuta humanizada e ética, com o compromisso de manutenção do sigilo dos dados das vítimas e das informações por elas apresentadas. Essa conduta visa minimizar os riscos psicossociais e promover a saúde mental no trabalho.

A Instrução Normativa TJMT/PRES n. 4/2024 do TJMT, que regulamenta o processo de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, garante que a escuta e o acompanhamento da pessoa que noticia caso de assédio ou discriminação observem métodos e técnicas profissionais, propiciando atenção humanizada e centrada na necessidade da pessoa noticiante, respeitando seu tempo de reflexão e decisão e fortalecendo sua integridade psíquica, autonomia e liberdade de escolha.

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O serviço de acolhimento, escuta, acompanhamento e orientação é prestado à pessoa que queira recebê-lo, independentemente se decidiu formalizar ou não a notícia do caso para as providencias cabíveis, ou seja, nada é feito sem o consentimento da vítima.

Vale destacar que a Resolução CNJ n. 351/2020 proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido, podem registrar casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação por meio de um formulário on-line, disponível na página da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. Para acessá-lo, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

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Saiba mais sobre o assédio moral, assédio sexual e a discriminação no ambiente de trabalho no Guia de Combate ao Assédio, também disponível na página da Comissão, no portal do TJMT.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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