TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Democracia inabalada: STF cria campanha em resposta a atos de vandalismo no país

O Supremo Tribunal Federal (STF) criou neste mês a campanha intitulada Democracia Inabalada (#DemocraciaInabalada) em resposta aos atos de vandalismo sofridos no início de janeiro pela sede da Justiça em Brasília.
 
O objetivo da Suprema Corte é chamar atenção para o triste episódio de ataque realizado no país, para que ele não seja repetido ou esquecido.
 
Segundo o site do STF, a democracia e a Justiça saem fortalecidas desses acontecimentos. As peças publicitárias serão exibidas até 1º de fevereiro na TV Justiça, em outras emissoras de televisão, sites e redes sociais do Tribunal.
 
Ação na Abertura do Ano judiciário – Para reforçar que a democracia e a Suprema Corte seguem inabaladas e firmes na construção de um país mais justo e igualitário, será realizada uma ação no dia 01 de fevereiro, junto com a sessão de abertura do ano judiciário.
 
A ideia é mostrar a todos que, apesar dos diversos danos causados pelos ataques, a democracia, a Constituição e o STF são estáveis e não foram abalados.
 
Tutitaço – Ainda no dia 01 de fevereiro a Suprema Corte promoverá um ‘Tuitaço’, das 09h às 12h e realizará divulgação de peças e vídeos da campanha, com conteúdos de apoio à democracia, à Constituição e às instituições.
 
 
 
Marco Cappelletti
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

Leia Também:  Desembargadores se candidatam para eleição à próxima diretoria do TJMT
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Esmagis-MT destaca garantia de direitos na Justiça Juvenil em nova edição do Explicando Direito

A Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) disponibilizou nesta sexta-feira (26 de junho) mais uma edição do programa Explicando Direito, iniciativa que busca levar à sociedade temas jurídicos relevantes de forma clara e acessível. O novo episódio trata da garantia de direitos na Justiça Juvenil, um assunto essencial para compreender o papel do Poder Judiciário na proteção de adolescentes em conflito com a lei e na aplicação adequada das medidas socioeducativas.


Para abordar o tema, o programa recebe o desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná Ruy Muggiati, que atualmente atua como coordenador adjunto do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF/CNJ). Durante a entrevista, o magistrado contextualiza a atuação da Justiça Juvenil no Brasil e destaca sua inserção no Sistema de Garantias de Direitos previsto na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

De acordo com Muggiati, o sistema socioeducativo tem como finalidade responsabilizar o adolescente autor de ato infracional de forma cuidadosa e com caráter pedagógico. Segundo ele, trata-se de uma responsabilização que busca proporcionar um caminho positivo, permitindo ao adolescente se integrar à sociedade com autonomia e responsabilidade. Ele ressalta que a abordagem deve considerar a condição de pessoa em desenvolvimento, garantindo intervenções proporcionais e com foco educativo.

Leia Também:  148 anos: vídeo destaca programas sociais do Poder Judiciário


O desembargador também destaca que os adolescentes devem ter assegurados direitos fundamentais desde o início do processo, como presunção de inocência, direito à defesa e ao convívio familiar, além de garantias específicas relacionadas à sua vulnerabilidade. “É necessário que a intervenção tenha um conteúdo cuidadoso, que não produza estigmas e contribua para que o adolescente supere essa fase e construa um projeto de vida saudável”, pontua.


Outro ponto abordado na entrevista são os desafios enfrentados pelo Poder Judiciário e pelo Conselho Nacional de Justiça na fiscalização das unidades socioeducativas, especialmente nos regimes de internação e semiliberdade. Muggiati enfatiza a importância de ambientes adequados, com condições de habitabilidade, acesso à educação, atividades culturais e formação profissional, capazes de promover desenvolvimento e oportunidades aos jovens.


Ao refletir sobre o objetivo das medidas socioeducativas, o magistrado reforça que o propósito central é a reinserção social. “A finalidade é permitir que a pessoa retorne à convivência social de forma harmônica, exercendo a liberdade com responsabilidade”, conclui, ao alertar ainda para os desafios contemporâneos, como a evasão escolar, a dificuldade de acesso ao trabalho e o risco de cooptação de adolescentes por organizações criminosas.

Leia Também:  Vara de Direito Agrário sentencia processos envolvendo área de 149 mil hectares na região de Sorriso


Clique neste link para assistir à íntegra do programa.


Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA