TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
Corrida reúne magistrados, servidores e comunidade em clima de confraternização
Integração social, promoção da qualidade de vida, e muita diversão foram destaques na 7ª Corrida do Judiciário, realizada neste domingo (09). Em grupo de amigos, família ou de forma individual, os cerca de mil participantes tiveram acesso a uma programação especial para superar o desafio de completar os percursos de caminhada de 2 km, e corrida de 5 e 10 km.
Umas das participantes que aproveitou o evento para confraternizar foi a diretora do Fórum de Rondonópolis, juíza Aline Luciane Ribeiro Viana Quinto Bissoni. Reunindo cerca de dez pessoas, entre familiares, amigos e servidores, a magistrada montou sua equipe e enfrentou o desafiador trajeto da corrida.
Corredora há dez anos, a servidora Tatiane Bussiki marcou presença em mais uma edição da Corrida do Judiciário, vencendo na categoria 10 km servidor/magistrado (feminino).
O mediador judicial Ubiracy Nogueira Félix avaliou o evento como um momento de confraternização. “Foi maravilhoso, pois estivemos em lugar de congregação e diversão. Pensamos na qualidade de vida, um incentivando o outro e entendendo que cada um tem sua capacidade”, relatou.
Para Cassiano Cestari, servidor da Coordenadoria Judiciária, o evento esportivo teve como destaque a organização. “Eu corro há muito tempo, mas foi a primeira vez que participei de uma corrida realizada pelo TJMT. Toda organização está de parabéns, pois a prática esportiva é fundamental para todos e tivemos um evento feito com muito cuidado”, pontuou. Autor: Bruno Vicente
Fotografo: Josi Dias
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá
Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos
O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).
O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.
Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.
A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.
Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.
Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.
Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.
Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.
A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.
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