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Corrida reúne magistrados, servidores e comunidade em clima de confraternização

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Integração social, promoção da qualidade de vida, e muita diversão foram destaques na 7ª Corrida do Judiciário, realizada neste domingo (09). Em grupo de amigos, família ou de forma individual, os cerca de mil participantes tiveram acesso a uma programação especial para superar o desafio de completar os percursos de caminhada de 2 km, e corrida de 5 e 10 km.
A prova de rua foi realizada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e pela Associação Mato-grossense de Magistrado (AMAM) para atender públicos de perfis diferentes. Nesse sentido, do aquecimento até a chegada, magistrados, servidores e comunidade em geral puderam curtir uma experiência que foi além do clima competitivo.
Umas das participantes que aproveitou o evento para confraternizar foi a diretora do Fórum de Rondonópolis, juíza Aline Luciane Ribeiro Viana Quinto Bissoni. Reunindo cerca de dez pessoas, entre familiares, amigos e servidores, a magistrada montou sua equipe e enfrentou o desafiador trajeto da corrida.
“Estamos muito felizes. Juntamos uma equipe grande do Fórum de Rondonópolis, parceiros e atletas da nossa cidade para participar dessa corrida tão especial. A corrida é um esporte que ajudou demais a nossa cidade. Poder utilizá-la para integrar Judiciário e comunidade, em um momento tão alegre, é realmente algo que merece destaque”, disse a juíza.
Além da segurança e toda atenção com equipes de saúde e cuidados, os participantes da corrida também contaram com um apoio extra das bandas Cão do Mato e UBA.
Corredora há dez anos, a servidora Tatiane Bussiki marcou presença em mais uma edição da Corrida do Judiciário, vencendo na categoria 10 km servidor/magistrado (feminino).
Para ela, o incentivo à prática esportiva aos servidores é extremamente importante. “O TJMT oferece esse cuidado ao servidor, com o centro de saúde, academia e outras atividades. E o esporte também é fundamental, não só para o cuidado físico, mas também para a saúde emocional, para dar mais leveza, mais disposição para estar com família e amigos”, enfatizou.
O mediador judicial Ubiracy Nogueira Félix avaliou o evento como um momento de confraternização. “Foi maravilhoso, pois estivemos em lugar de congregação e diversão. Pensamos na qualidade de vida, um incentivando o outro e entendendo que cada um tem sua capacidade”, relatou.
Para Cassiano Cestari, servidor da Coordenadoria Judiciária, o evento esportivo teve como destaque a organização. “Eu corro há muito tempo, mas foi a primeira vez que participei de uma corrida realizada pelo TJMT. Toda organização está de parabéns, pois a prática esportiva é fundamental para todos e tivemos um evento feito com muito cuidado”, pontuou.
Parceiros e apoiadores: AMAM, Verde Novo, Funac, Malai Manso Resort, Aprosoja, Ginco, Sicoob, Bom Futuro, Crepaldi, Sicredi, AMA Clinic, Amaggi, Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, Unimed, Lebrinha, Beto Sports, Powerade, Cemulher, Ceja, Departamento de Saúde, Comitê de Equidade Racial.
Veja a lista dos primeiros colocados
1º lugar categoria geral 10 km (feminino) – Sandra Rosa de Almeida
1º lugar categoria geral 10 km (masculino) – Hiago Silva de oliveira
1º lugar categoria geral 5 km (feminino) – Regina Márcia Fernandes
1º lugar categoria geral 5 km (masculino) – Lucas Pinho Leite
1º lugar categoria servidor/magistrado 10 km (feminino) – Tatiane Bussiki
1º lugar categoria servidor/magistrado 10 km (masculino) – Heider Oliveira
1º lugar categoria servidor/magistrado 5 km (feminino) – Suzana Maria
1º lugar categoria servidor/magistrado 5 km (masculino) – Romulo Alexandre Basso
1º lugar categoria geral PCD 5 km (masculino) – Antônio Domingos Alves da Silva
Leia mais sobre a corrida:

Autor: Bruno Vicente

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Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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