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Corrida do Judiciário incentiva reflexão ambiental com Calculadora Itinerante

A 7ª edição da Corrida do Judiciário trouxe aos participantes uma nova forma de medir o impacto das próprias pegadas, e não apenas as esportivas. O estande da Calculadora Itinerante de Compensação de Gases de Efeito Estufa (GEE) atraiu dezenas de corredores curiosos para descobrir o quanto suas rotinas contribuem para as emissões de carbono e, principalmente, o que podem fazer para compensar esse impacto.
A iniciativa foi promovida pelo Núcleo de Sustentabilidade do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), coordenado pelo Desembargador Rodrigo Roberto Curvo, que levou a ferramenta ao evento com o objetivo de despertar a consciência ambiental de forma simples e interativa.
“Queremos mostrar que todos nós, em algum momento do dia, contribuímos para a emissão de gases do efeito estufa, seja pelo combustível que usamos, pelo consumo de energia ou pelos nossos hábitos alimentares”, explica Jaqueline Schoffen, gestora do Núcleo de Sustentabilidade. “A ideia é desmistificar o tema e incentivar as pessoas a se observarem. Quando identificamos nossos impactos, também conseguimos agir para reduzi-los ou compensá-los”.
Segundo Jaqueline, a Calculadora é uma ferramenta digital desenvolvida pelo próprio Tribunal. O participante responde a um breve questionário sobre deslocamento, consumo de energia, destinação de resíduos e hábitos alimentares. Ao final, o sistema calcula o total de emissões e indica quantas árvores seriam necessárias para compensar o volume de gases gerado.
Surpresas e reflexões dos corredores
O servidor da Assembleia Legislativa Elias Pereira dos Santos Filho foi um dos que se aventuraram no cálculo ambiental. O resultado, segundo ele, foi surpreendente. “Descobri que estou emitindo cerca de três vezes mais gases do que a média de uma pessoa comum. O padrão é 300, e o meu chegou a 900”, contou Elias, que participou da Corrida do Judiciário pela primeira vez.
Ele elogiou a iniciativa e afirmou que pretende mudar alguns hábitos. “Achei extremamente interessante. Esse tipo de ação faz a gente repensar o consumo e perceber que pequenas atitudes podem ajudar o meio ambiente, nem que seja plantando uma árvore por mês.”
Para o designer gráfico Alex Divino da Silva, que participou pela segunda vez da corrida, a experiência também trouxe aprendizado e bom humor. “Eu já tinha ouvido falar sobre pegada de carbono, mas nunca tinha visto algo tão interativo. Vi que meu consumo de carne vermelha pesa bastante no cálculo. Eu adoro carne, principalmente carneiro, pois somos do Pantanal, né? Estamos quase iguais às onças!”
Mesmo assim, Alex saiu do evento com um compromisso ambiental em mãos. “Peguei uma muda de fruta para plantar e compensar minha pegada. E no ano que vem, estarei de volta à corrida!”, prometeu.
Promovida pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), sob coordenação do desembargador Rodrigo Curvo, em parceria com a Associação Mato-grossense de Magistrados (AMAM), a Corrida do Judiciário foi realizada neste domingo (9 de novembro), com largada e chegada em frente ao Fórum de Cuiabá.
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Autor: Roberta Penha

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Fotografo: Josi Dias e Lucas Figueiredo

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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