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Corregedor realiza correição em São Félix do Araguaia e visita cadeia pública reformada

A Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) realiza, nesta semana, correições e inspeções nas comarcas de São Félix do Araguaia, Vila Rica e Porto Alegre do Norte. As atividades, coordenadas pelo corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote, integram o cronograma de visitas presenciais e remotas do mês de outubro, com o objetivo de verificar a regularidade dos serviços, avaliar o desempenho das unidades e promover orientações para o aprimoramento das atividades judiciais e extrajudiciais.

Em São Félix do Araguaia, a correição ocorreu nesta quarta-feira (15 de outubro) e abrangeu a 2ª Vara, Diretoria do Foro e o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc). A equipe da Corregedoria também realiza inspeções nos cartórios extrajudiciais do município, conforme previsto na Portaria nº 160/2025-CGJ, que designa a verificação de atos, prestação de contas e cobrança de emolumentos nos cartórios de Paz e Notas, 1º e 2º Ofícios de São Félix do Araguaia e no Cartório de Paz e Notas de Luciara

Durante a passagem pela comarca, o corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote, a juíza auxiliar da Corregedoria, Myrian Pavan Schenkel, e o juiz da comarca, Luiz Otávio Tonello, conheceram a Cadeia Pública de São Félix do Araguaia, que acabou de ser reformada, garantindo condições dignas para os 89 presos que cumprem pena no local. A unidade foi completamente reestruturada e agora conta com fábrica de fraldas, sala de aula, biblioteca, enfermaria e fábrica de tijolos, iniciativas que reforçam o caráter ressocializador do sistema prisional e oferecem novas oportunidades de aprendizado e trabalho aos reeducandos.

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A visita à unidade prisional ocorreu no mesmo dia da correição, 15 de outubro, e teve como objetivo verificar as condições estruturais e de funcionamento do local, bem como o cumprimento das políticas de execução penal.

Segundo o corregedor-geral José Luiz Lindote, ações como essa demonstram o compromisso do Poder Judiciário com a humanização e a eficiência do sistema de Justiça.

“A Corregedoria tem a missão de acompanhar de perto o funcionamento das unidades judiciais e extrajudiciais, identificando boas práticas e apontando eventuais ajustes necessários. O objetivo é sempre garantir uma prestação jurisdicional célere, eficiente e humanizada, que também alcance o sistema prisional e promova a dignidade das pessoas privadas de liberdade”, afirmou o desembargador.

O juiz Luiz Otávio Tonello, da comarca de São Felix, elogiou a visita da equipe da Corregedoria. “É uma oportunidade para que a Corregedoria conheça a realidade da nossa comarca, nossas peculiaridades, dificuldades, principalmente logísticas, e nossos projetos”, destacou.

O diretor da cadeia pública, Jackson de Souza afirmou que “a presença das autoridades judiciais estimula a atuação transparente da nossa gestão, ajudando a assegurar que a Lei de Execução Penal ( LEP 7210/ 1984) esteja sendo cumprida corretamente, e com isso mostra à sociedade o trabalho transparente e ressocializador da Policia Penal na Cadeia Pública de São Félix do Araguaia”. O diretor acrescentou que “o Judiciário, por meio do magistrado Luiz Otávio Tonello, sempre acompanha os trabalhos na educação, saúde e todos os projetos desenvolvidos nesta unidade, que tem como objetivo a reintegração do indivíduo à sociedade ressocializado”.

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Além de São Félix do Araguaia, as equipes da CGJ também atuam nas comarcas de Vila Rica (15 de outubro) e Porto Alegre do Norte (16 de outubro), conforme previsto na Portaria nº 162/2025-CGJ. Os trabalhos envolvem análise de sistemas, processos, documentos e atendimento ao público, sem prejuízo ao andamento das atividades forenses.

A equipe da juíza auxiliar Myrian Pavan Schenkel continua com o trabalho de correição no foro extrajudicial da comarca de Poconé, nos dias 22, 23 e 24 de outubro.

Autor: Assessoria de Comunicação

Fotografo:

Departamento: CGJ-MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Operação conjunta com Juizado Ambiental apreende quase uma tonelada de pescado irregular em Cuiabá

Peixes de diferentes tamanhos armazenados em um freezer durante fiscalização ambiental. Uma mão aparece sobre os exemplares, indicando a comparação de tamanho dos pescados apreendidos.Uma operação conjunta entre o Juizado Volante Ambiental (Juvam), do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), realizada na manhã de terça-feira (2 de junho), resultou na apreensão de 991 quilos de pescado irregular em Cuiabá.

A fiscalização ocorreu em uma residência e em uma feira livre localizada na Avenida Beira Rio, no bairro Praeirinho. Durante a ação, as equipes encontraram exemplares de espécies cuja captura, transporte, armazenamento e comercialização são proibidos pela legislação estadual, além de peixes com tamanho inferior ao permitido pelas normas ambientais.

Entre os peixes apreendidos estavam exemplares de pintado, dourado e piraputanga, espécies protegidas pela Lei Estadual nº 12.434/2024, conhecida como Lei do Transporte Zero, além de pacus abaixo da medida mínima (45cm) exigida para captura. A legislação vigente em Mato Grosso proíbe, até 2029, a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização de 12 espécies nativas consideradas estratégicas para a preservação dos estoques pesqueiros do Estado.

O 1º sargento da Polícia Militar Ambiental e integrante do Juvam, Marcello Amui, aparece em primeiro plano durante entrevista. Ele veste farda camuflada e está em ambiente interno.De acordo com o 1º sargento da Polícia Militar Ambiental que atua no Juvam, Marcello Amui, também foram apreendidos exemplares de tambaqui. “Embora a espécie tenha captura permitida, os peixes estavam armazenados juntamente com espécies de posse irregular e, por isso, foram apreendidos”.

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O militar informou que todo o pescado recolhido será destinado a instituições sociais cadastradas, garantindo o aproveitamento adequado dos alimentos e beneficiando famílias em situação de vulnerabilidade.

Fiscalização permanente

A operação integra o conjunto de ações desenvolvidas pelo Juvam em parceria com órgãos ambientais e de segurança pública para combater crimes contra a fauna, a pesca predatória e outras infrações ambientais em Mato Grosso.

“A união das instituições é fundamental para o êxito dessas operações. O Juvam está sempre à disposição para apoiar as fiscalizações e o combate aos crimes e ilícitos ambientais”, destacou o sargento.

Além da atuação fiscalizatória, a unidade desenvolve atividades de educação ambiental, conciliação e orientação à população.

Regras da pesca em Mato Grosso

Três agentes de fiscalização ambiental posam em uma sala ao lado de freezers com peixes apreendidos. Eles seguram exemplares de diferentes espécies durante operação conjunta de combate à pesca irregular realizada em Cuiabá. Ao fundo, os freezers abertos exibem parte do pescado apreendido.Desde o encerramento da Piracema, em 31 de janeiro, a pesca voltou a ser permitida nas bacias hidrográficas do Estado. Entretanto, permanecem em vigor as restrições previstas na Lei do Transporte Zero.

Continuam proibidas a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização das espécies cachara, caparari, dourado, jaú, matrinchã, pintado (surubim), piraíba, piraputanga, pirarara, pirarucu, trairão e tucunaré. Para as demais espécies, a atividade pesqueira deve respeitar tamanhos mínimos, cotas e demais exigências legais.

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O sargento reforçou que o descumprimento das normas ambientais pode resultar em multas, apreensão do pescado, embarcações e equipamentos utilizados na infração, além da responsabilização criminal dos envolvidos.

Denúncias

Casos de pesca ilegal e outros crimes ambientais em Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio de Leverger podem ser denunciados ao Juvam pelo telefone e WhatsApp (65) 3648-6880 ou pelo e-mail [email protected]. Ocorrências em outras regiões do Estado também podem ser comunicadas à Sema, pelo WhatsApp (65) 99321-9997 e (65) 98153-0255, ou à Polícia Militar, por meio do telefone 190.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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