TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Coordenadoria da Mulher do TJ divulgará pesquisa do Comitê de Análise dos Feminícidios de MT

A Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (Cemulher/TJMT) realiza no dia 06 de março, às 9h, no auditório Gervásio Leite, no TJMT, a apresentação da pesquisa do Comitê de Análise dos Feminicídios do Estado de Mato Grosso.
 
A coordenadora da Cemulher, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, fará a abertura do evento. Em seguida, a delegada da Polícia Civil do Piauí, criadora da 1º Delegacia do Feminicídio do Brasil, em 2015, professora doutora Eugênia Nogueira do Rêgo Monteiro Villa, fará a palestra “Feminicídio e atuação com perspectiva de gênero: ruptura com o jogo de cartas marcadas”.
 
A pesquisa apurou os quantitativos do período entre janeiro e maio de 2023 nas Comarcas de Cáceres, Mirassol D’Oeste, Pontes e Lacerda, Paranaíta, Sorriso, Sapezal, Barra do Bugres, Campo Verde, Paranatinga, Várzea Grande e Cuiabá.
 
Os dados foram retirados dos painéis PE-Feminicídio e Violência Doméstica e Litígio Analítico, ambos do sistema OMNI (usado pelos tribunais do país).
O evento é realizado em parceria com a Defensoria Pública de Mato Grosso, Ministério Público de Mato Grosso, Polícia Civil de Mato Grosso e Escola dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Esmagis).
 
Programação:
9h – Abertura – desembargadora Maria Aparecida Ribeiro
9h20 – Palestra: “Feminicídio e a atuação com perspectivas de gênero; ruptura com o jogo de cartas marcadas”
Palestrante: professora doutora Eugênia Nogueira do Rêgo Monteiro Villa
10h20 – Apresentação da Pesquisa do Comitê de Análise dos Feminicídios ocorridos em Mato Grosso no período de janeiro a maio de 2023
 
Apresentação da pesquisa:
Ana Graziela Vaz de Campos Alves Correa – juíza da 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Cuiabá.
Rosana Leite Antunes de Barros – defensora pública, coordenadora do Núcleo de Defesa da Mulher – NUDEM/MT.
Tânia Regina Matos – defensora pública da Segunda Instância.
Tiago de Sousa Afonso da Silva – promotor de Justiça titular da 16ª Promotoria de Justiça Criminal da Comarca de Cuiabá.
Denize Aparecida R. de Amorim – Seplag
Adriany Sthefany de Carvalho – assistente social da Cemulher
Renata Carrelo da Costa – psicóloga da Cemulher
 
Marcia Marafon
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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