TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Conselho Nacional de Justiça apresenta relatório sobre Judiciário Brasileiro em evento remoto

Conselho Nacional de Justiça (CNJ) irá apresentar o Relatório da Pesquisa sobre Percepção e Avaliação do Poder Judiciário Brasileiro, realizada em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) nesta quinta-feira (13 de abril).
 
O documento será apresentado durante Seminário de Pesquisas Empíricas Aplicadas a Políticas Judiciárias, promovido pelo CNJ de forma remota, a partir das 17h (horário de Brasília). O juiz-auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça, Eduardo Calmon, participará do webinário.
 
De acordo com o CNJ, a pesquisa teve o objetivo de mensurar a percepção e avaliação de cidadãs e cidadãos, advogadas(os), defensoras(es) públicas(os) e membros do Ministério Público sobre o Poder Judiciário. O estudo está inserido no âmbito do macrodesafio Fortalecimento da Relação Institucional do Judiciário com a Sociedade, que se encontra no escopo da Estratégia Nacional do Poder Judiciário 2021-2026, instituída pela Resolução CNJ n. 325/2020.
 
Foram construídos dois Índices de Percepção à Justiça: um específico para cidadãs(ãos) e outro direcionado a operadores do Direito. Foi também elaborado um índice específico para avaliar as modalidades remotas analisadas: o Índice de Percepção à Justiça: Trâmites pela Modalidade Remota.
 
As conclusões do estudo servirão como apoio para recomendações direcionadas ao monitoramento de resoluções e a ações de melhoria direcionadas ao Judiciário no âmbito da organização e da estrutura do sistema de justiça, da implementação de tecnologias e sistemas eletrônicos, do planejamento de comunicação e do aprimoramento da prestação jurisdicional.
 
O seminário acontece exclusivamente de forma remota. Informações adicionais estão disponíveis no site do CNJ. Os debates poderão ser acompanhados pelo canal do CNJ no YouTube.
 
Alcione dos Anjos
Assessoria de Imprensa da CGJ-MT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Canal e registro garante sigilo e proteção à vítima de assédio e discriminação

Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Possíveis casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação ocorridos no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso devem ser informados e são apurados por uma das Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, que tem como premissa básica de sua atuação o acolhimento e o apoio à vítima.

O respeito integral à pessoa noticiante começa com o acatamento à sua vontade quanto a quaisquer encaminhamentos ou decisões. E tudo tramita de modo seguro e confidencial, por meio de escuta humanizada e ética, com o compromisso de manutenção do sigilo dos dados das vítimas e das informações por elas apresentadas. Essa conduta visa minimizar os riscos psicossociais e promover a saúde mental no trabalho.

A Instrução Normativa TJMT/PRES n. 4/2024 do TJMT, que regulamenta o processo de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, garante que a escuta e o acompanhamento da pessoa que noticia caso de assédio ou discriminação observem métodos e técnicas profissionais, propiciando atenção humanizada e centrada na necessidade da pessoa noticiante, respeitando seu tempo de reflexão e decisão e fortalecendo sua integridade psíquica, autonomia e liberdade de escolha.

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O serviço de acolhimento, escuta, acompanhamento e orientação é prestado à pessoa que queira recebê-lo, independentemente se decidiu formalizar ou não a notícia do caso para as providencias cabíveis, ou seja, nada é feito sem o consentimento da vítima.

Vale destacar que a Resolução CNJ n. 351/2020 proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido, podem registrar casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação por meio de um formulário on-line, disponível na página da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. Para acessá-lo, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

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Saiba mais sobre o assédio moral, assédio sexual e a discriminação no ambiente de trabalho no Guia de Combate ao Assédio, também disponível na página da Comissão, no portal do TJMT.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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