TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Comarca de Nova Canaã do Norte completa 21 anos nesta terça-feira

A Comarca de Nova Canaã do Norte completa nesta terça-feira (4) 21 anos de história dedicada à promoção da Justiça e ao fortalecimento da cidadania. Com uma equipe comprometida e atuação próxima da comunidade, o Poder Judiciário consolida sua presença como referência de segurança jurídica e transformação social na região.

Instalada em 2004 pela Lei Complementar nº 166, a unidade judiciária é de entrância inicial e conta atualmente com uma Vara Única, uma magistrada e oito servidores. Hoje, 2.095 processos tramitam na comarca, que atende o município de Nova Canaã do Norte e os distritos de Colorado do Norte e Ouro Branco.

Ao longo das duas décadas, a Justiça local tem se dedicado a causas de grande impacto, com destaque para as ações fundiárias, o enfrentamento à violência doméstica e o fortalecimento da prestação de serviços da justiça eficiente e acessível à população.

A trajetória da comarca foi construída com o empenho de magistrados e servidores que, desde sua instalação, vêm contribuindo para o avanço da Justiça no município. Já estiveram à frente da Direção do Fórum os seguintes juízes: Anna Paula de Freitas (2004–2012), Giselda R. S. de Oliveira Andrade (2012–2015), Tássia Fernanda de Siqueira (2015–2016), Walter Tomaz da Costa (2016), Fernando Kendi Ishikawa (2016–2020) e Ricardo Frazon Menegucci (2020–2025).

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Para a juíza diretora do Fórum, Paula Tathiana Pinheiro, o aniversário é motivo de orgulho e reconhecimento. “É um motivo de felicidade enorme constatar o estabelecimento e fortalecimento da Justiça em nosso município ao longo dessas duas décadas. Ainda que com dificuldades estruturais, muito tem sido desenvolvido, especialmente na questão fundiária, no combate à violência doméstica e na busca da prestação jurisdicional efetiva à população”, celebrou.

“A Justiça de Nova Canaã do Norte tem crescido juntamente com a cidade, acompanhando sua evolução e promovendo transformações positivas na vida das pessoas. Nosso maior presente é ver a Justiça consolidada como pilar fundamental para o desenvolvimento e paz social de nossa comunidade. Parabéns a todos que fazem parte desta história”, destacou a magistrada.

Com 21 anos de atuação, a Comarca de Nova Canaã do Norte segue garantindo direitos, promovendo a cidadania e contribuindo para um futuro mais justo e equilibrado.

Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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