TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
Biblioteca do TJMT oferece espaço de estudo com wi-fi e acervo jurídico aberto ao público
Quem procura um ambiente tranquilo, climatizado e adequado para estudar encontra na Biblioteca do Tribunal de Justiça de Mato Grosso – Desembargador Omar Rodrigues de Almeida uma opção gratuita e aberta ao público.
Localizada na sede do Poder Judiciário, em Cuiabá, a biblioteca recebe estudantes, pesquisadores e demais interessados no período da tarde, oferecendo estrutura voltada à leitura, pesquisa e concentração.
O funcionamento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h45. Das 8h às 12h, o atendimento é exclusivo para magistrados(as), servidores(as) e colaboradores(as) do Poder Judiciário de Mato Grosso. A partir das 12h, além do público interno, o espaço também fica disponível para visitantes e estudantes da comunidade.
A biblioteca dispõe de ambiente climatizado, sala de leitura, acesso gratuito à internet via wi-fi e 32 cabines individuais de estudo, proporcionando conforto e tranquilidade para quem deseja se dedicar à preparação para provas, pesquisas acadêmicas ou atualização profissional.
Acervo com mais de 10 mil títulos
O acervo é composto por 10.971 títulos da área jurídica, distribuídos em 18.905 exemplares. Desse total, 10.318 títulos são obras, correspondentes a 12.805 exemplares, e 653 títulos são periódicos, que somam 6.100 exemplares, consolidando a biblioteca como um importante espaço de consulta para estudantes e profissionais do Direito.
Além da consulta ao acervo, a biblioteca oferece serviço de empréstimo de livros aos servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso, incluindo aqueles lotados nas comarcas do interior. Os exemplares podem ser emprestados por até uma semana, conforme as normas da unidade.
Autor: Vitória Maria Sena
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos
Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.
Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.
Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.
Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.
Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.
Autor: Nadja Vasques
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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