TECNOLOGIA

MCTI lança Programa Bolsa Futuro Digital e abre inscrições para formação de programadores

A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, participa do lançamento do Programa Bolsa Futuro Digital, nesta quinta-feira (22/5), às 14h30, no Instituto Federal de Brasília. Na ocasião serão abertas as inscrições para o programa, que vai oferecer formação gratuita em programação para jovens e adultos em 12 estados e no Distrito Federal. A iniciativa é voltada a pessoas sem conhecimento prévio em tecnologia, mas com interesse em iniciar uma carreira na área de desenvolvimento Front-end ou Back-end.

O programa é uma ação do Conecta-e-Capacita, política pública do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) voltada à formação tecnológica e será financiado com recursos do PPI da Lei de Informática, num total de R$ 54,5 milhões.

A formação gratuita e presencial em programação é voltada a estudantes da rede pública e começa com 5 mil vagas distribuídas em 12 estados e no Distrito Federal. A iniciativa prevê ainda uma nova etapa com outras 5 mil vagas abertas daqui a seis meses, ampliando o alcance do programa.

Serviço:

Lançamento do Programa Bolsa Futuro Digital
Data: Quinta-feira, 22 de maio de 2025
Horário: 14h30
Local: Instituto Federal de Brasília (IFB) Asa Norte
Endereço: Via L2 Norte, Quadra 610

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Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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TECNOLOGIA

Brasil encerra ciclo do Primeiro Relatório Bienal de Transparência

O Brasil participou na quarta-feira (10), em Bonn, na Alemanha, da primeira parte da terceira sessão do Grupo de Trabalho de Consideração Multilateral Facilitada do Progresso (FMCP, na sigla em inglês) promovido pelo Secretariado da Convenção do Clima. Participaram também Azerbaijão, Turquia e Austrália. Até sexta-feira (12), 37 países participam do encontro técnico que permite o compartilhamento de experiências, desafios e oportunidades na elaboração dos Relatórios Bienais de Transparência, em atendimento ao Artigo nº 13 do Acordo de Paris.

Com o diálogo multilateral, o Brasil encerra o ciclo do seu Primeiro Relatório Bienal de Transparência, submetido à Convenção do Clima em 2024 e revisado por especialistas técnicos internacionais em maio de 2025. A coordenação dos relatórios de transparência do Brasil é efetuada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da Coordenação-Geral de Ciência do Clima com apoio do projeto de cooperação técnica internacional Ciência&Clima.

A presidente da 64ª sessão do Órgão Subsidiário (SBI) da UNFCCC, Julia Gardiner, destacou importância do encontro pela quantidade de países e pela representação política com a participação de autoridades de alto nível.  Representando o Secretariado da UNFCCC, do diretor sênior, Daniele Violetti, enfatizou a importância dos relatórios de transparência para a estratégia dos países, sinalizando as lacunas e o suporte necessário para avançar na ação climática.

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De acordo com dados do Secretariado da Convenção do Clima, 133 países submeteram seus primeiros BTRs e 82 passaram por revisão técnica de especialistas.

Na abertura, o presidente da COP30, André Correa do Lago, que falou em nome do Brasil, destacou o papel da transparência climática na implementação do Acordo de Paris. “Transparência é indispensável para implementação e tem papel essencial na construção de confiança”, afirmou o embaixador. “Dá previsibilidade”, complementou.

Os relatórios de transparência são importantes para aumentar ambição climática, à medida que concentram informações para o acompanhamento do progresso das ações climáticas, em especial da Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC), e a prover dados sobre as reais necessidades, em termos técnicos e financeiros, para que o país avance na agenda.

“Sem transparência, as metas são apenas promessas. Com transparência, as metas se tornam trajetórias verificáveis. Nesse sentido, o MCTI vem se esforçando cada vez mais para que nós tenhamos um sistema nacional de transparência climática robusto, apoiando o Brasil”, afirmou o coordenador-geral de Ciência do Clima do MCTI, Márcio Rojas.

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Perguntas e respostas

Durante o diálogo, representantes de países e organizações observadoras fizeram perguntas aos países sobre as políticas climáticas adotadas, os sistemas e estratégias de financiamento para estimular atividades de baixo carbono, entre outras questões. Antes da sessão presencial, os países também receberam questionamentos, cujas respostas estão publicadas no site da UNFCCC junto com apresentação que resume os principais aspectos do Primeiro Relatório Bienal de Transparência.

O Brasil está preparando o Segundo Relatório Bienal de Transparência, que deve ser submetido à UNFCCC em 2026.

Clique aqui e entenda o ciclo completo do BTR.

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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