TECNOLOGIA
MCTI coordena a 13ª Reunião de Ministros de Ciência, Tecnologia e Inovação do BRICS
O Palácio do Itamaraty, em Brasília, receberá, na próxima quarta-feira, 25 junho, a principal atividade do calendário de ciência, tecnologia e inovação do BRICS. Neste ano, é celebrado os 10 anos do Memorando de Entendimento do BRICS em CTI, firmado em 2015. Os ministros irão discutir prioridades para a cooperação em CTI e construir iniciativas específicas, desenvolvidas em grupos de trabalho temáticos ao longo do primeiro semestre. A cooperação em CTI do BRICS é a mais extensa do governo, pois conta com 13 grupos de trabalho, fóruns, diálogos e outras iniciativas. As decisões tomadas serão anunciadas na declaração ministerial.
A abertura será às 10h, com o discurso da ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos. A imprensa poderá acompanhar o início da reunião para a captação de imagens. Às 12h30, a ministra Luciana Santos irá conceder uma entrevista coletiva para destacar os avanços da cooperação internacional alcançados durante o encontro.
Serviço:
13ª Reunião de Ministros de Ciência, Tecnologia e Inovação do BRICS
🗓 Data: 25 de junho (quarta-feira)
🕧 Coletiva de imprensa: 12h30
📍 Local: Palácio Itamaraty – Esplanada dos Ministérios, Bloco H, Zona Cívico-Administrativa, Brasília – DF, CEP 70170-900
🔗 Credenciamento obrigatório: https://brics.br/accreditation/media
A entrada só será permitida mediante credenciamento.
Local: Palácio Itamaraty – Esplanada dos Ministérios – Zona Cívico-Administrativa BL H – Brasília, DF, 70170-900
TECNOLOGIA
Brasil encerra ciclo do Primeiro Relatório Bienal de Transparência
O Brasil participou na quarta-feira (10), em Bonn, na Alemanha, da primeira parte da terceira sessão do Grupo de Trabalho de Consideração Multilateral Facilitada do Progresso (FMCP, na sigla em inglês) promovido pelo Secretariado da Convenção do Clima. Participaram também Azerbaijão, Turquia e Austrália. Até sexta-feira (12), 37 países participam do encontro técnico que permite o compartilhamento de experiências, desafios e oportunidades na elaboração dos Relatórios Bienais de Transparência, em atendimento ao Artigo nº 13 do Acordo de Paris.
Com o diálogo multilateral, o Brasil encerra o ciclo do seu Primeiro Relatório Bienal de Transparência, submetido à Convenção do Clima em 2024 e revisado por especialistas técnicos internacionais em maio de 2025. A coordenação dos relatórios de transparência do Brasil é efetuada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da Coordenação-Geral de Ciência do Clima com apoio do projeto de cooperação técnica internacional Ciência&Clima.
A presidente da 64ª sessão do Órgão Subsidiário (SBI) da UNFCCC, Julia Gardiner, destacou importância do encontro pela quantidade de países e pela representação política com a participação de autoridades de alto nível. Representando o Secretariado da UNFCCC, do diretor sênior, Daniele Violetti, enfatizou a importância dos relatórios de transparência para a estratégia dos países, sinalizando as lacunas e o suporte necessário para avançar na ação climática.
De acordo com dados do Secretariado da Convenção do Clima, 133 países submeteram seus primeiros BTRs e 82 passaram por revisão técnica de especialistas.
Na abertura, o presidente da COP30, André Correa do Lago, que falou em nome do Brasil, destacou o papel da transparência climática na implementação do Acordo de Paris. “Transparência é indispensável para implementação e tem papel essencial na construção de confiança”, afirmou o embaixador. “Dá previsibilidade”, complementou.
Os relatórios de transparência são importantes para aumentar ambição climática, à medida que concentram informações para o acompanhamento do progresso das ações climáticas, em especial da Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC), e a prover dados sobre as reais necessidades, em termos técnicos e financeiros, para que o país avance na agenda.
“Sem transparência, as metas são apenas promessas. Com transparência, as metas se tornam trajetórias verificáveis. Nesse sentido, o MCTI vem se esforçando cada vez mais para que nós tenhamos um sistema nacional de transparência climática robusto, apoiando o Brasil”, afirmou o coordenador-geral de Ciência do Clima do MCTI, Márcio Rojas.
Perguntas e respostas
Durante o diálogo, representantes de países e organizações observadoras fizeram perguntas aos países sobre as políticas climáticas adotadas, os sistemas e estratégias de financiamento para estimular atividades de baixo carbono, entre outras questões. Antes da sessão presencial, os países também receberam questionamentos, cujas respostas estão publicadas no site da UNFCCC junto com apresentação que resume os principais aspectos do Primeiro Relatório Bienal de Transparência.
O Brasil está preparando o Segundo Relatório Bienal de Transparência, que deve ser submetido à UNFCCC em 2026.
Clique aqui e entenda o ciclo completo do BTR.
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