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Controle externo, governança e accountability são abordados no MBA em Gestão de Cidades do TCE-MT

Crédito: Diego Castro/MPC-MT
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A aula foi ministrada pelo consultor jurídico-geral do TCE-MT, Grhegory Maia. Clique aqui para ampliar

Controle externo, governança e accountability em cidades inteligentes foram os temas centrais debatidos durante o 19º módulo do MBA em Gestão de Cidades, promovido pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) em parceria com a Fadisp nesta sexta-feira (17). A aula, realizada no auditório da Escola Superior de Contas, com transmissão ao vivo pelo Canal do TCE-MT no YouTube e pela TV Contas (Canal 30.2), foi ministrada pelo consultor jurídico-geral do TCE-MT, Grhegory Maia.

Coordenador pedagógico da Escola Superior de Contas, Grhegory iniciou sua apresentação falando sobre a importância da troca de experiências em uma capacitação como esta. “Sei que os alunos vêm aqui para escutar experiencias e saber como levar para a sua unidade, com um volume maior de conhecimento a ser aplicado.”

Sobre o tema, o professor, que também é procurador de carreira da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), destacou os impactos dos avanços tecnológicos oriundos da era digital no corpo social e na gestão pública. “Existem implicações diretas entre gerir uma cidade ou um órgão público e a tecnologia. Um exemplo prático é a produção de insumos destinados a uma cidade em Mato Grosso acontecer no maior mercado de exportação tecnológica do mundo, a China”, explicou.

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Para o facilitador, é importante que os gestores conheçam os conceitos de cidades inteligentes e cidades sustentáveis para uma administração pública satisfatória, alinhada ao momento tecnológico. “Quando falamos em uma cidade inteligente, não podemos desacompanhá-la de ser uma cidade sustentável. A verdadeira cidade inteligente utiliza a tecnologia como meio para alcançar a sustentabilidade, inclusão e bem-estar coletivo, alinhada aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável”, pontuou. 

Crédito: Diego Castro/MPC-MT
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No 19° módulo foram debatidos controle externo, governança e accountability em cidades inteligentes.Clique aqui para ampliar 

A cerca da governança urbana, Grhegory Maia conceituou como o compartilhamento de poder e decisões entre governo, mercado e sociedade civil, com centralidade nas pessoas e utilizando a tecnologia em benefício de todos os cidadãos, especialmente os mais vulneráveis. Já a accountability, aparece como um conceito de transparência que leva a resultados na prática. 

“São trabalhos em que você utiliza os meios de transparência para fortalecer a eficiência de resultado. Uma situação prática promovida pelo Tribunal de Contas é o Sistema Radar, que exemplifica como tecnologia fortalece a accountability. A plataforma oferece dados em tempo real sobre gestão municipal e estadual, transformando cidadãos em agentes ativos do controle social”, disse. 

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A pós-graduação em Gestão de Cidades faz parte da estratégia da atual gestão do TCE-MT, presidida pelo conselheiro Sérgio Ricardo, para fortalecer a capacitação contínua de servidores e gestores públicos. 

O curso tem carga horária de 360 horas, conta com cerca de mil alunos e é coordenado pelo procurador-geral do Ministério Público de Contas (MPC), Alisson Carvalho de Alencar.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Telefone: 3613-7561

Fonte: TCE MT – MT

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Sérgio Ricardo esquece que é presidente do TCE, dá uma de deputado, é criticado nas redes e esculhamba internautas, inclusive mulher, chamando seguidora de “idiota” Veja prints 

Presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso reagiu com ataques após receber críticas em publicação sobre o Portão do Inferno; repercussão negativa tomou conta das redes sociais e postagens acabaram apagadas

O presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), Sérgio Ricardo, protagonizou uma cena inusitada e polêmica nas redes sociais após publicar um vídeo criticando a demora nas obras do Portão do Inferno, em Chapada dos Guimarães. O que era para ser apenas uma manifestação institucional rapidamente virou um bate-boca público com internautas incluindo ataques direcionados a mulheres.

Nas respostas aos comentários, Sérgio Ricardo abandonou o tom institucional esperado de um chefe de órgão de controle e partiu para o confronto direto, utilizando palavras como “idiota”, “imbecil” e “massa de manobra” contra seguidores que questionaram sua atuação e o momento escolhido para criticar a situação da obra.

Uma internauta comentou:

“Mas vc tava onde quando essa baderna começou hein??? Tá um pouco atraso nessa mídia hein”.

Irritado, o presidente do TCE respondeu:

“Sempre estive defendendo os interesses do povo. E você estava onde? Com certeza escondida atrás dessa imbecilidade que demonstra nesta mensagem. Vai estudar. Deixa de ser idiota ou massa de manobra.”

A resposta gerou ainda mais revolta nos comentários. Diversos seguidores passaram a questionar a postura do presidente da Corte de Contas, alegando incompatibilidade entre o cargo ocupado e o comportamento adotado nas redes sociais.

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Outro internauta ironizou:

“Do nada o cara resolveu rodar Mato Grosso”.

Sérgio Ricardo voltou a rebater em tom agressivo:

“Não sou candidato a nada. Não preciso de voto. Estou trabalhando pois é o meu papel. É por causa de gente imbecil igual você que esse estado está desse jeito. Vai procurar o que fazer.”

A repercussão negativa se espalhou rapidamente em páginas políticas e grupos de WhatsApp, principalmente pelo fato de o presidente do TCE ter direcionado ataques a cidadãos comuns e utilizado termos ofensivos contra uma mulher que apenas questionou sua atuação.

Internautas também criticaram o que classificaram como “postura de pré-candidato”, afirmando que Sérgio Ricardo estaria tentando assumir protagonismo político em pautas populares enquanto deixa de agir com a sobriedade exigida pelo cargo que ocupa.

Após a repercussão e o aumento das críticas, publicações e respostas atribuídas ao presidente do TCE passaram a desaparecer das redes, aumentando ainda mais o desgaste do episódio.

Nos bastidores políticos, o caso já é tratado como mais um desgaste de imagem envolvendo agentes públicos que trocam o comportamento institucional por embates pessoais em redes sociais.

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