POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate situação dos laboratórios de eficiência energética do Cepel

A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados discute, nesta quarta-feira (20), a situação dos laboratórios de eficiência energética do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel).

O debate será realizado às 16 horas, no plenário 14.

Veja quem foi convidado para o debate 

O debate atende a pedido do deputado Bandeira de Mello (PSB-RJ). Ele espera esclarecer os impactos da atual estrutura de financiamento do Cepel sobre a continuidade e integridade dos laboratórios de eficiência energética.

Bandeira de Mello afirma que as alterações no modelo de financiamento e de governança do centro, após a capitalização da Eletrobras, afetam a operação de 30 laboratórios de referência nacional e internacional nas áreas de eficiência energética, alta tensão, ensaios elétricos, fontes renováveis e sistemas inteligentes.

“O Cepel é responsável por cerca de 70% da capacidade laboratorial do setor elétrico brasileiro, e sua fragilização compromete o atendimento às demandas do Sistema Interligado Nacional (SIN) e os compromissos do Brasil com a transição energética, a descarbonização da economia e o desenvolvimento sustentável”, afirma.

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Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Kajuru defende mudanças na escolha de ministros do STF

Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (29), o senador Jorge Kajuru (PSB-GO) defendeu a reforma do Judiciário e criticou o modelo atual de indicação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

O parlamentar disse que apresentou proposta para ampliar a participação institucional no processo, pois o sistema concentra excessivamente a escolha nas mãos do presidente da República.

— Já me convenci de que o modelo atual institucionalmente pouco acrescenta ao país. Mudá-lo é inevitável, seja de forma pontual, seja no bojo de uma ampla reforma do Judiciário  — afirmou.

O senador apresentou como alternativa a proposta de emenda à Constituição de autoria dele (PEC 39/2025) que propõe a divisão da responsabilidade pelas indicações ao STF entre diferentes atores institucionais. Ele também defendeu critérios como idade mínima e tempo de mandato para os ministros, além de mudanças no funcionamento do sistema judicial, com foco na redução da morosidade, no aumento da eficiência e no fortalecimento da credibilidade institucional.

Para Kajuru, é preciso revisar algumas práticas da Justiça, e a reforma deve ser construída de forma ampla e participativa, com envolvimento de diferentes setores da sociedade e das instituições. O senador citou ainda o número de processos em tramitação no país como um dos principais desafios a serem enfrentados:

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— O Judiciário brasileiro enfrenta um volume gigantesco de processos, com mais de 75 milhões em tramitação, número revelador da urgência de medidas estruturais que reduzam a litigiosidade e aumentem a eficiência do sistema.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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