POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate impactos da alopecia areata grave e alternativas de tratamento

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados promove, nesta terça-feira (21), audiência pública sobre os impactos da alopecia areata grave e formas de melhorar o atendimento às pessoas com a doença. A alopecia areata grave é uma doença autoimune que causa queda de cabelo em homens e mulheres, principalmente em crianças e jovens adultos.

O debate foi solicitado pelo deputado Afonso Hamm (PP-RS) e será realizado às 17 horas, no plenário 7.

Segundo o parlamentar, a doença pode causar isolamento, depressão e até tentativas de suicídio. Nos casos mais graves, a doença afeta todos os pelos do corpo, como cílios, sobrancelhas e pelos do nariz.

“Até 2023, não existiam tratamentos aprovados pela Anvisa para a doença, condenando os pacientes às complicações da doença ou ao uso de medicações usadas para o transplante de órgãos”, afirmou. “Recentemente, foram desenvolvidas e aprovadas novas opções terapêuticas, com segurança e efetividade comprovadas, representando uma nova esperança para os pacientes”, acrescenta.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova projeto que cria Política Nacional de Saúde na Escola

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui a Política Nacional de Saúde na Escola. O objetivo é integrar as ações de saúde e educação para garantir o desenvolvimento integral dos estudantes.

Por recomendação da relatora, deputada Silvia Cristina (PP-RO), foi aprovada a versão da Comissão de Saúde para o Projeto de Lei 3591/24, da deputada Lucyana Genésio (PDT-MA). Houve um ajuste para evitar redundância no texto.

“A relação entre saúde, bem-estar e desempenho escolar é amplamente reconhecida, e a escola constitui um espaço privilegiado para a implementação de ações voltadas à promoção da saúde”, disse Silvia Cristina.

Adesão facultativa
A política nacional poderá abranger, de forma facultativa e mediante adesão, as instituições de ensino privadas, comunitárias, filantrópicas e confessionais de educação básica.

A implementação deverá seguir as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Programa Saúde na Escola (PSE).

O substitutivo prevê ações de controle do tabagismo convencional e do uso de dispositivos eletrônicos para fumar. O texto aprovado também foca na prevenção de fatores de risco de câncer e de doenças crônicas não transmissíveis.

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Próximos passos
O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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