POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate financiamento da construção do túnel Santos-Guarujá com ministro de Portos e Aeroportos

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados ouve, nesta quarta-feira (20), o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, em debate sobre o financiamento da construção do Túnel Santos-Guarujá.

A audiência pública será às 16 horas, em plenário a ser definido, e atende a pedido da deputada Rosana Valle (PL-SP).

A parlamentar explica que o projeto do Túnel Santos-Guarujá tem relevância estratégica para a mobilidade urbana, a logística portuária e o desenvolvimento econômico da Baixada Santista e de todo o Estado de São Paulo.

No entanto, segundo a Rosana Valle, a execução da obra foi cercada por questionamentos jurídicos, institucionais e financeiros após decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) que suspendeu, cautelarmente, o repasse de recursos federais destinados ao empreendimento.

Ela acrescenta que persistem dúvidas sobre a governança do aporte federal, a participação da União, por meio da Autoridade Portuária de Santos (APS), e os mecanismos de acompanhamento e fiscalização do contrato.

“Há necessidade de esclarecimentos objetivos sobre: as razões da suspensão dos aportes federais; as fragilidades apontadas pelo TCU; o estágio das tratativas entre União, APS e Governo do Estado de São Paulo; as medidas concretas em andamento para formalização do instrumento de governança exigido; os impactos da controvérsia no cronograma da obra; e as garantias de que os recursos públicos federais serão empregados com segurança, transparência e adequada fiscalização”, afirma.

Leia Também:  Pequim+30: avanços e desafios para a igualdade de gênero; assista

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

Plenário vota na quarta estímulo à contratação de jovens

O projeto que incentiva a contratação de jovens de 18 a 29 anos no primeiro emprego, estabelecendo contratos com duração de 6 a 24 meses e foco exclusivo em novas vagas, é um dos itens da pauta de votação do Plenário nesta quarta-feira (27).

Denominada Lei Bruno Covas, em homenagem ao então prefeito de São Paulo morto em 2001, a proposição será votada na forma do substitutivo (texto alternativo) da Câmara dos Deputados ao PL 5.228/2019, do senador Irajá (PSD-TO). O texto retornou para análise do Senado após modificações em vários pontos.

Com o substitutivo, jovens entre 18 e 29 anos, que nunca tenham tido emprego com carteira assinada, poderão ser contratados por meio do Contrato de Primeiro Emprego. A medida estabelece que a duração será de 6 a 24 meses, podendo ser renovado por até três vezes e possibilidade de se tornar permanente a qualquer momento. O texto altera a idade mínima de 16 anos e a duração do contrato de 12 meses prevista no projeto original.

Em seu relatório aprovado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), o senador Renan Calheiros (MDB-AL) promoveu mudanças no texto da Câmara, como a exclusão dos dispositivos que permitiam contratação de trabalhadores com mais de 50 anos por meio do Contrato de Recolocação Profissional. O relator alegou que essa iniciativa aprovada pelos deputados foge ao objetivo do projeto, que é o estímulo ao primeiro emprego para jovens.

Leia Também:  Lei de Diretrizes Orçamentárias prevê salário mínimo de R$ 1.717 em 2027

Altas habilidades 

Depois de adiamento, volta à pauta de PlenárioPL 1.049/2026, que cria a Política Nacional para Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação e institui um cadastro nacional para esse público. A proposta prevê identificação precoce, atendimento educacional especializado, progressão educacional flexível e criação de centros de referência em todos os estados e no Distrito Federal.  

O projeto, da deputada Soraya Santos (PL-RJ), estabelece adesão voluntária de estados e municípios à política nacional, com apoio técnico e financeiro da União. O texto também prevê formação de profissionais especializados e elaboração de planejamento educacional individualizado para os estudantes.  A senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO) emitirá o relatório.

Vazamento de óleo

O Brasil poderá aderir às regras internacionais que pagam indenizações mais amplas aos prejudicados por derramamento de óleo no meio ambiente, segundo o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 167/2025 que também poderá ser votado em Plenário.

Segundo o texto, a cobertura incluirá a Zona Econômica Exclusiva (ZEE), que se estende por até 370 quilômetros da costa. De acordo com o regime adotado pelo Brasil, só são indenizados vazamentos no mar territorial brasileiro a até cerca de 22 quilômetros da costa.

Leia Também:  CE começa a analisar indicação de Patrícia Barcelos para a diretoria da Ancine

O relator na Comissão de Relações Exteriores (CRE), senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), lembrou a situação enfrentada pelo Brasil em 2019, quando manchas de óleo atingiram praias de nove estados do Nordeste.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA