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Projeto prevê “Maio Vermelho” para prevenir doenças cardiovasculares em Mato Grosso

Mato Grosso registrou mais de 1,5 mil casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC) somente em 2024, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia. Em 2023, o número chegou a 2,3 mil, sendo a maioria das vítimas são homens.

Diante desses dados alarmantes, o deputado estadual Paulo Araújo (Progressistas) apresentou, no último dia (18), durante sessão planária na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o Projeto de Lei nº 206/2025, que institui o mês “Maio Vermelho” de conscientização e prevenção das doenças cardiovasculares no Estado.

“Esses dados são alarmantes e reforçam a necessidade de políticas de conscientização e prevenção. Com informação e acesso a exames, podemos evitar muitas dessas ocorrências”, defendeu o deputado.

A proposta tem o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce das doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC), e prevê ações educativas ao longo do mês de maio, como palestras, campanhas informativas, distribuição de materiais educativos e iluminação de prédios públicos na cor vermelha. Além disso, instituições de saúde serão incentivadas a oferecer exames preventivos e consultas gratuitas à população.

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“As doenças cardiovasculares são uma das principais causas de morte em Mato Grosso, e o número de casos só aumenta. Com esse projeto, queremos reforçar a importância da prevenção, incentivando hábitos saudáveis e garantindo que mais pessoas tenham acesso a informações e exames preventivos”, destacou Paulo Araújo.

Tramitação – A matéria segue agora para análise das comissões temáticas da Assembleia Legislativa antes de ser votada em plenário.

Fonte: ALMT – MT

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Deputado Dr. Eugênio confirma presença do Ministério da Saúde em reunião sobre gestão do Samu

O deputado Dr. Eugênio (Republicanos) confirmou a presença de representante do Ministério da Saúde em reunião sobre a gestão do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que será realizado nesta terça-feira (28), às 8h, na sala das Comissões Deputada Sarita Baracat.

O representante convocado é o Dr. Fernando Figueiras, diretor do Departamento de Atenção Hospitalar, Domiciliar e de Urgências do Ministério da Saúde. Ele participará do encontro semanal da Comissão de Saúde Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), que contará ainda dos servidores do atendimento de emergência, que alegam um processo de desmonte do Samu no estado e cobram a preservação da qualidade do serviço.

“Estamos ouvindo todos os lados do problema e garantindo que o Samu, o Governo de Mato Grosso e a sociedade como um todo tenham espaço para fala. Atendimento de urgência é muito sério e exige máxima responsabilidade. Estamos falando de vidas que podem ser salvas. E sabemos que segundos no tempo de resposta já determinam o desfecho de uma ocorrência”, afirmou Dr. Eugênio, que é presidente da Comissão de Saúde da ALMT.

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Na semana passada, o secretário de Estado de Saúde, Juliano Silva Melo, foi ouvido pelo colegiado e negou a ocorrência de um desmonte do Samu em Mato Grosso. Na oportunidade, ele apresentou os resultados da implementação de um novo Sistema de Atendimento Pré-hospitalar, que integra o Samu e o Corpo de Bombeiros.

Segundo os dados apresentados pela secretaria, o novo sistema ampliou a cobertura do serviço e diminuiu o tempo de resposta do atendimento de urgências. O secretário Juliano afirmou que o processo beneficia todo o estado, com a expansão dos serviços e aumento do número de equipes de atendimento.

“Nós queremos ampliar a cobertura e integrar o atendimento, conectando o Samu e o Corpo de Bombeiro em um sistema único de regulação médica da SES. Também estamos reduzindo o tempo de resposta, qualificando a assistência, otimizando recursos e salvando vidas”, afirmou o secretário.

Na contramão do que alega o governo, servidores do Samu criticam as mudanças na gestão, apontando o desligamento de 56 funcionários e a desativação de 5 unidades na região da Baixada Cuiabana, que reduziram a qualidade do serviço. Para eles, a cooperação com os Bombeiros é importante, mas o Samu não deve ser enfraquecido, uma vez que possui qualificação técnica e estrutura específica para lidar com a complexidade de cada caso de urgência.

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“Em razão dos desligamentos, não conseguimos manter o funcionamento ininterrupto de todas as ambulâncias, sejam de suporte básico, avançado ou motolâncias”, afirmou a enfermeira Patrícia Ferreira.

Fonte: ALMT – MT

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