PROTEÇÃO À MULHER

Gisela Simona impõe freios ao stalking judicial e amplia direitos das mães na política

Passando para sua análise e possivel divulgação de matéria da deputada Gisela sobre a aprovação de duas grandes vitórias na Câmara: os PLs sobre stalking e o outro licença-maternidade para mulheres em cargos eletivo

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Sob a relatoria da deputada federal Gisela Simona, a Câmara dos Deputados avançou em duas frentes decisivas para a proteção dos direitos das mulheres no Brasil. Com atuação firme, e politicamente sensível às desigualdades de gênero, Gisela conduziu a aprovação do PL 646/2024, que combate o chamado stalking processual, e impulsionou o PL Nº 4.843/2023, que garante licença-maternidade de até 180 dias às mulheres detentoras de mandatos eletivos. Juntos, os projetos representam uma conquista histórica para mulheres que enfrentam violência, seja no sistema de Justiça, seja na própria estrutura do poder político.

Como relatora e líder da bancada feminina do União Brasil, na Câmara, Gisela celebrou a aprovação do PL 646/24, que inclui no Código de Processo Civil o reconhecimento da perseguição judicial reiterada como prática equiparada à litigância de má-fé. A medida enfrenta uma forma silenciosa e devastadora de violência, na qual o agressor utiliza o Judiciário como instrumento de controle, intimidação e desgaste emocional e financeiro da vítima. Uma realidade recorrente em casos de violência doméstica e de gênero.

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“O abuso do direito de litigar pode ser tão danoso quanto outras formas de perseguição. E embora o crime de stalking já esteja tipificado no Código Penal, com pena de seis meses a dois anos de reclusão, a proposta ganha musculatura jurídica, ao reconhecer que a repetição de ações infundadas também configura violência, devendo ser combatida com rigor pelo sistema de Justiça”, destacou a deputada, ao defender o projeto que tramita em caráter conclusivo nas comissões da Câmara e, caso não haja recurso, seguirá para análise do Senado.

Na mesma linha de enfrentamento às desigualdades estruturais, Gisela Simona também comemorou o avanço do PL Nº 4.843/2023, que garante licença-maternidade de até 180 dias para mulheres eleitas — deputadas, senadoras, prefeitas, vereadoras e governadoras. A proposta corrige uma distorção histórica ao equiparar os direitos das mães na política aos das trabalhadoras formais, assegurados pela Constituição.

O projeto recebeu parecer favorável na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) após aprovação na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, onde foi aprimorado por meio de substitutivo que ampliou sua abrangência. O texto passou a contemplar situações como adoção, parto prematuro e parentalidade atípica, reconhecendo a diversidade das experiências maternas e os desafios enfrentados por mulheres que exercem funções públicas eletivas.

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Para Gisela, trata-se de um passo essencial para garantir que a maternidade não seja um obstáculo à participação feminina na política. “Não é privilégio. É justiça. É equidade. É garantir que mulheres não sejam forçadas a escolher entre a maternidade e o mandato”.

Ao reunir o combate à violência institucionalizada no Judiciário e a ampliação dos direitos das mães na política, a atuação de Gisela Simona reafirma um mandato comprometido com a proteção integral das mulheres, dentro e fora das estruturas de poder. Duas vitórias legislativas que carregam o mesmo princípio: nenhuma mulher deve ser silenciada, perseguida ou punida por existir, maternar ou ocupar espaços de decisão.

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POLÍTICA MT

Mauro promete atuação focada em resultados no Senado e critica “conversa fiada” em Brasília

Candidato votou na UFMT, em Cuiabá, e afirmou que pretende levar ao Legislativo o perfil de gestão adotado durante sua passagem pelo Executivo

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O candidato ao Senado Mauro Mendes (União Brasil) votou na manhã deste domingo (4), no Instituto de Linguagens da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá. Após votar, o ex-governador afirmou que, caso seja eleito, pretende iniciar uma nova etapa na vida pública com atuação voltada à cobrança por resultados no Congresso Nacional.

Mauro reconheceu que o trabalho no Legislativo será uma experiência diferente em sua trajetória política, marcada por cargos no Executivo, mas disse que pretende manter a mesma postura.

“Se eu for eleito, abriremos um novo ciclo que é trabalhar no Legislativo, que para mim vai ser uma novidade, que é trabalhar no Legislativo. Sempre um homem de Executivo focado em resultado. Lá no Congresso Nacional eu estarei focado em resultado”, afirmou.

O candidato também criticou o que considera excesso de discursos sem resultados práticos na política nacional.

“Eu odeio muita conversa fiada, muito blá blá blá e nada de resultado. E é isso que a maioria dos políticos brasileiros são especialistas em fazer. Muito blá blá blá, muita conversa fiada”, declarou.

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Durante a votação, Mauro também comentou o apoio recebido de Eduardo Bolsonaro na reta final da campanha. Segundo ele, a manifestação foi bem recebida, embora tenha afirmado que nunca buscou explorar politicamente a proximidade que mantém com o ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Todo apoio é bem-vindo, né? Eu sempre disse isso. Eu sabia de algumas coisas e um dever de lealdade a mim mesmo e aos meus princípios eu não falava. Mas eu sabia de uma boa relação que eu tinha principalmente com o pai dele”, disse.

Mauro afirmou ainda que a declaração de apoio ocorreu apenas na reta final da disputa.

“Mas eu nunca quis usar isso, não precisava usar isso. No final deu a lógica e eu fico feliz com essa manifestação de apoio que surgiu no dia de hoje”, declarou.

O ex-governador chegou ao local de votação usando camiseta nas cores verde e amarelo. Ao longo da campanha, Mauro apresentou como principal argumento eleitoral sua experiência no Executivo e defendeu que o trabalho realizado anteriormente seja usado como referência para uma eventual atuação no Senado.

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