POLÍTICA MT

Em Guiratinga, deputado Nininho destaca a importância da pavimentação da MT-110


Foto: VÂNIA NEVES / ASSESSORIA DE GABINETE

No último sábado (29), o prefeito de Guiratinga, Barga Rosa, recebeu a visita do deputado estadual Ondanir Bortolini (PSD), Nininho. Na oportunidade, trataram das pautas em andamento do município, a exemplo de emendas parlamentares que estão para serem pagas e também sobre o início das obras de pavimentação na MT-110, de Guiratinga até a MT-364, próximo a Alto Garças. Acompanhados dos vereadores Ari Bonilha e Lindomar Dantas, do chefe de gabinete Ozeas Pondé, e do assessor Jurídico Talles Felipe, vistoriaram,  juntamente com os engenheiros, as jazidas de cascalhos. 

O deputado Nininho ressaltou que esta obra, além de ser importante para escoar a produção até o terminal ferroviário de Alto Araguaia, será uma ótima alternativa para a população sair do trânsito da Serra da Petrovina. “Vai ser uma alternativa para os produtores ganharem com a redução do frete, e para quem sai para outros estados, a exemplo de Goiás, será uma ótima opção, e ainda temos os fornecedores que poderão acessar o município por essa rota”, explicou.

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Para o prefeito Barga Rosa, o início dos trabalhos com a topografia deixa a população animada. “Temos boas perspectivas com esta obra, teremos oferta de empregos, o comércio também vai sentir o reflexo dessa movimentação, enfim, está tudo dentro do cronograma. O governador Mauro Mendes e o secretário Marcelo de Oliveira da Sinfra (Secretaria de Estado de Infraestrutura) estão de parabéns pela organização e andamento das obras, em especial aqui no nosso município. Agradecemos toda a atenção do deputado Nininho que fez gestão para que pudéssemos ver essa obra acontecer”, ratificou o prefeito.

Fonte: ALMT

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POLÍTICA MT

Aos 20 anos da Lei Maria da Penha, Barbudo propõe pacote de medidas contra violência e feminicídio

Projetos apresentados pelo deputado ampliam proteção às mulheres em aplicativos de transporte e no ambiente de trabalho, preveem suporte financeiro às vítimas e endurecimento da resposta aos agressores

Vinte anos depois de a Lei Maria da Penha transformar o enfrentamento à violência doméstica no Brasil, o deputado federal Nelson Barbudo (Podemos-MT) defende que o país dê um novo passo: ampliar os mecanismos capazes de proteger a mulher antes que a escalada da violência termine em feminicídio.

Nesta sexta-feira (7), data que marca as duas décadas da sanção da Lei nº 11.340/2006, o parlamentar destacou um conjunto de projetos que vem trabalhando para transformar em lei no Congresso Nacional.

As propostas atuam em diferentes situações de vulnerabilidade enfrentadas pelas mulheres. Entre elas estão o reforço da segurança nos aplicativos de transporte e a responsabilização das empresas; o afastamento de acusados de assédio no ambiente de trabalho; mecanismos de apoio financeiro às vítimas; e medidas mais rigorosas para impedir que agressores representem novamente risco às mulheres.

“Isso não é estatística. Isso é um absurdo. É uma rotina que precisa acabar” – afirmou Barbudo ao tratar dos casos de feminicídio registrados no país.

Uma das propostas destacadas pelo deputado trata especificamente da segurança das mulheres que utilizam aplicativos de transporte. Barbudo defende que as plataformas assumam maior responsabilidade pela segurança oferecida às passageiras e que sejam estabelecidos mecanismos mais rigorosos de proteção e responsabilização.

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“Uma mulher entra num carro de aplicativo e fica rezando para chegar ao seu destino sem sofrer violência. A segurança precisa ser reforçada no aplicativo e a empresa também precisa assumir responsabilidade” – afirmou.

A proposta integra a estratégia defendida pelo parlamentar de ampliar os espaços de proteção à mulher para situações que fazem parte da rotina de milhões de brasileiras.

Outro eixo do pacote apresentado por Barbudo está relacionado ao assédio dentro das empresas. O deputado propõe o afastamento do acusado como medida de proteção à vítima enquanto o caso é apurado, evitando que a mulher seja obrigada a continuar convivendo diariamente no mesmo ambiente com seu suposto agressor.

Para Barbudo, a permanência dessa convivência pode intimidar a vítima e dificultar a própria denúncia.

O parlamentar também defende mecanismos de proteção financeira para mulheres que tenham sua capacidade de sustento comprometida em consequência da violência ou do assédio.

A preocupação, segundo ele, é impedir que a dependência econômica obrigue uma vítima a permanecer em uma situação de vulnerabilidade.

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*Do combate à prevenção*

As propostas ganham significado especial no aniversário de 20 anos da Lei Maria da Penha. Sancionada em 7 de agosto de 2006, a legislação tornou-se um divisor de águas ao criar mecanismos específicos de prevenção e enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.

Para Barbudo, entretanto, duas décadas depois o desafio é avançar principalmente na capacidade de antecipar a atuação do Estado.

A avaliação do deputado é de que a violência contra a mulher precisa ser enfrentada em todas as etapas: desde o assédio e as primeiras manifestações de agressividade e controle até situações de ameaça concreta à vida.

Isso exige, segundo ele, proteção à vítima, condições para romper situações de dependência, responsabilização de quem tem dever de garantir segurança e uma resposta mais efetiva do sistema de Justiça diante de agressores que representem risco.

“Eu tenho um pacote de projetos de lei para a defesa da mulher. Precisamos transformar essas propostas em leis para que nossas mulheres tenham a proteção devida do Estado” – afirmou.

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