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Comissão de Meio Ambiente apreciou sete matérias que viraram leis em 2022

Lei aprovada em 2022 cria o Programa de Peixamento na Barragem da Usina Hidrelétrica do Manso no estado

Foto: DISNEY DE PAULA / Gabinete do deputado Pedro Satélite

A Comissão de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Recursos Minerais da Assembleia Legislativa de Mato Grosso analisou sete propostas que se tornaram lei em 2022. Um dos textos já em vigor no estado é a Lei nº 11.848/2022, cujo projeto original (Projeto de Lei nº 34/2022) foi enviado pelo governo com objetivo de padronizar o cálculo para licença na mineração e também de ajustar cobrança para Autorização de Queima Controlada.

Nesse caso, a propositura do Poder Executivo foi aprimorada pelos deputados estaduais, que aprovaram substitutivo, por meio das lideranças partidárias, com melhorias no texto. De acordo com a justificativa dos parlamentares, com o substitutivo “o cálculo das taxas passou a ter uma única fórmula, evitando confusões administrativas”. Para assim, dar agilidade e evitar dúvidas em relação ao enquadramento do empreendimento.

A Comissão de Meio Ambiente também deu parecer favorável aos projetos que deram origem às Leis n° 11.702/2022, n° 11.768/2022, n° 11.894/2022, n° 11.803/2022, n° 11.861/2022 e n° 11.921/2022. Esta última foi sancionada em novembro e nomeia a Orla de Barão de Melgaço/MT como “Orla João Batista Rodrigues Alves”. Já a primeira lei citada cria o Programa de Peixamento na Barragem da Usina Hidrelétrica do Manso no estado. Há ainda uma proposta aprovada pela Assembleia aguardando sanção governamental. 

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Também estão aptas à apreciação em primeira votação, em plenário, 26 proposições e outras três estão prontas para apreciação em segunda votação. Um dos projetos já aprovados em primeira votação é o PL nº 420/2022, que visa instituir a “Campanha Permanente de Proteção aos Recursos Hídricos e Incentivo à Redução do Consumo de Água” em Mato Grosso. 

Outras 49 matérias estão no colegiado com parecer técnico a ser aprovado pelos deputados, como o PL nº 1190/2019. O texto dispõe sobre a realização de análise para a detecção da presença de agrotóxicos nas águas sob o domínio estadual e na água destinada ao consumo humano. Na mesma situação está o PL nº 1180/2021 , com objetivo de criar o Sistema Estadual de Preservação às Nascentes e Áreas de Preservação Permanente (APPs), denominado “Nascentes Protegidas” no estado.

São membros titulares da Comissão de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Recursos Minerais os deputados Carlos Avallone (PSDB) e Prof. Allan Kardec (PSB), respectivamente presidente e vice-presidente, além de Gilberto Cattani (PL), Max Russi (PSB) e Wilson Santos (PSDB). Ocupam a suplência Dr. João (MDB), Valdir Barranco (PT), Faissal (Cidadania), Xuxu Dal Molin (União) e Sebastião Rezende (União).

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Entre as responsabilidades da comissão está acompanhar e estimular políticas de defesa e preservação do meio ambiente; estimular a educação ambiental; prezar pela preservação dos recursos naturais renováveis, como a flora, fauna, solo e da qualidade da água e do ar; dar parecer a todos os projetos que tratem da política do meio ambiente, dos recursos hídricos e dos recursos minerais.

Fonte: ALMT

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Assembleia Legislativa abre pós-graduação própria e reúne servidores em aula inaugural

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou, na noite desta quinta-feira (23), a aula inaugural da primeira pós-graduação própria da Casa, no auditório Deputado Milton Figueiredo. A abertura oficial reuniu servidores e autoridades e marcou o início da especialização em Gestão Pública, iniciativa que integra a política de valorização e qualificação do quadro funcional do Parlamento estadual.

O primeiro-secretário da ALMT, deputado Dr. João (MDB), destacou o impacto da qualificação no serviço público. “Quando o servidor se capacita, a Assembleia se fortalece e quem ganha é Mato Grosso. Isso reflete diretamente na qualidade da entrega à população”, afirmou. O parlamentar também ressaltou o alto interesse pelo curso, que superou as 50 vagas iniciais e já conta com 79 inscritos.

A secretária de Gestão de Pessoas, Maythana Gomes Rodrigues, atribuiu a procura ao compromisso dos servidores com o desenvolvimento profissional. Segundo ela, a oferta da pós-graduação atende a uma demanda antiga e contribui para a progressão na carreira. “Esse interesse mostra o empenho dos servidores em se qualificar. É um ganho para a Instituição e para o cidadão, que recebe um serviço mais eficiente”, pontuou.

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Coordenadora do curso, Ana Paula dos Santos Pereira destacou o simbolismo da primeira turma e o envolvimento dos participantes. “Tínhamos 50 vagas e chegamos a 79 alunos. Isso demonstra que estamos no caminho certo. É um marco para a Assembleia e abre portas para novas formações”, afirmou.

Entre os servidores presentes, o jornalista da Secretaria de Comunicação da ALMT Márcio Moreira ressaltou a importância da formação para o exercício profissional. “Enquanto o jornalismo ensina a fiscalizar, a gestão pública mostra como as coisas funcionam por dentro do Parlamento. Esse conhecimento amplia a compreensão do ciclo das políticas públicas e dá mais segurança técnica para evitar erros de interpretação”, explicou. Segundo ele, a especialização também contribui para fortalecer a transparência e o acesso à informação. “É uma oportunidade de desenvolver uma visão sistêmica, essencial para a democracia”, completou.

A especialização em Gestão Pública é gratuita, voltada exclusivamente aos servidores da ALMT e busca fortalecer a atuação institucional e aprimorar o atendimento à população por meio da qualificação técnica dos profissionais.

Fonte: ALMT – MT

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