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Botelho homenageia Operário VG com Moção de Aplauso após vitória histórica

Foto: VANDERSON FERRAZ SANTOS

O deputado estadual Eduardo Botelho (União Brasil) prestou homenagem, na sessão plenária desta terça-feira (26), ao Clube Esportivo Operário Várzea-Grandense pela vitória histórica sobre o Sport Club Recife, na Copa do Brasil. A Moção de Aplauso, aprovada quarta-feira (26), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), ganhou adesão dos demais parlamentares, pois a conquista evidencia o futebol mato-grossense no cenário nacional.

Na partida realizada na noite de terça-feira (25), no estádio Dutrinha, o Operário de Várzea Grande garantiu a classificação ao vencer nos pênaltis por 4 a 2, com atuação brilhante do goleiro Luiz Henrique, que defendeu duas cobranças. O resultado colocou o “Chicote da Fronteira”, como é popularmente conhecido, em destaque.

Segundo Botelho, a classificação motiva ainda mais a torcida a sonhar com voos mais altos. “Histórico! Essa vitória sobre um grande clube do futebol brasileiro é motivo de orgulho para todos operarianos e aos que amam o nosso Chicote da Fronteira. É um resultado que nos enche de orgulho, por isso, fiz questão de apresentar a Moção de Aplauso. Nosso futebol merece ser valorizado e incentivado”, declarou o deputado.

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Para Botelho, que é um incentivador do futebol amador no Estado, a Moção de Aplauso representa o reconhecimento do parlamento estadual ao trabalho dos atletas, comissão técnica e diretoria do Operário.

Trajetória – A justificativa da Moção exalta a trajetória do clube, um dos mais tradicionais do Estado, fundado em 1º de maio de 1949, pelo jornalista e empresário Rubens dos Santos. O clube que traz as cores verde, vermelho e branco, é mais antigo da cidade.

Próxima fase – Agora, o clube aguarda seu próximo adversário na Copa do Brasil, que sairá nesta quinta-feira (27), no confronto entre Rio Branco (ES) e Novo Horizontino (SP).

Fonte: ALMT – MT

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Aos 20 anos da Lei Maria da Penha, Barbudo propõe pacote de medidas contra violência e feminicídio

Projetos apresentados pelo deputado ampliam proteção às mulheres em aplicativos de transporte e no ambiente de trabalho, preveem suporte financeiro às vítimas e endurecimento da resposta aos agressores

Vinte anos depois de a Lei Maria da Penha transformar o enfrentamento à violência doméstica no Brasil, o deputado federal Nelson Barbudo (Podemos-MT) defende que o país dê um novo passo: ampliar os mecanismos capazes de proteger a mulher antes que a escalada da violência termine em feminicídio.

Nesta sexta-feira (7), data que marca as duas décadas da sanção da Lei nº 11.340/2006, o parlamentar destacou um conjunto de projetos que vem trabalhando para transformar em lei no Congresso Nacional.

As propostas atuam em diferentes situações de vulnerabilidade enfrentadas pelas mulheres. Entre elas estão o reforço da segurança nos aplicativos de transporte e a responsabilização das empresas; o afastamento de acusados de assédio no ambiente de trabalho; mecanismos de apoio financeiro às vítimas; e medidas mais rigorosas para impedir que agressores representem novamente risco às mulheres.

“Isso não é estatística. Isso é um absurdo. É uma rotina que precisa acabar” – afirmou Barbudo ao tratar dos casos de feminicídio registrados no país.

Uma das propostas destacadas pelo deputado trata especificamente da segurança das mulheres que utilizam aplicativos de transporte. Barbudo defende que as plataformas assumam maior responsabilidade pela segurança oferecida às passageiras e que sejam estabelecidos mecanismos mais rigorosos de proteção e responsabilização.

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“Uma mulher entra num carro de aplicativo e fica rezando para chegar ao seu destino sem sofrer violência. A segurança precisa ser reforçada no aplicativo e a empresa também precisa assumir responsabilidade” – afirmou.

A proposta integra a estratégia defendida pelo parlamentar de ampliar os espaços de proteção à mulher para situações que fazem parte da rotina de milhões de brasileiras.

Outro eixo do pacote apresentado por Barbudo está relacionado ao assédio dentro das empresas. O deputado propõe o afastamento do acusado como medida de proteção à vítima enquanto o caso é apurado, evitando que a mulher seja obrigada a continuar convivendo diariamente no mesmo ambiente com seu suposto agressor.

Para Barbudo, a permanência dessa convivência pode intimidar a vítima e dificultar a própria denúncia.

O parlamentar também defende mecanismos de proteção financeira para mulheres que tenham sua capacidade de sustento comprometida em consequência da violência ou do assédio.

A preocupação, segundo ele, é impedir que a dependência econômica obrigue uma vítima a permanecer em uma situação de vulnerabilidade.

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*Do combate à prevenção*

As propostas ganham significado especial no aniversário de 20 anos da Lei Maria da Penha. Sancionada em 7 de agosto de 2006, a legislação tornou-se um divisor de águas ao criar mecanismos específicos de prevenção e enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.

Para Barbudo, entretanto, duas décadas depois o desafio é avançar principalmente na capacidade de antecipar a atuação do Estado.

A avaliação do deputado é de que a violência contra a mulher precisa ser enfrentada em todas as etapas: desde o assédio e as primeiras manifestações de agressividade e controle até situações de ameaça concreta à vida.

Isso exige, segundo ele, proteção à vítima, condições para romper situações de dependência, responsabilização de quem tem dever de garantir segurança e uma resposta mais efetiva do sistema de Justiça diante de agressores que representem risco.

“Eu tenho um pacote de projetos de lei para a defesa da mulher. Precisamos transformar essas propostas em leis para que nossas mulheres tenham a proteção devida do Estado” – afirmou.

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