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Prefeitura realiza o sonho de 241 famílias do Daury Riva que há 11 anos aguardavam títulos de propriedades

A noite desta quinta-feira (20) selou o fim de uma espera que já durava 11 anos e o início de uma nova realidade para 241 famílias moradoras do bairro Daury Riva, que receberam das mãos do prefeito Roberto Dorner os tão sonhados títulos de propriedade. Agora, além de segurança jurídica, passam a ter mais dignidade, qualidade de vida e certeza de um futuro ainda melhor.

Na visão do prefeito Roberto Dorner, a entrega é essencial, já que as unidades habitacionais do Daury Riva foram entregues às famílias em 2012, no entanto, as escrituras ainda não haviam sido liberadas devido a um impasse no processo de transferência dos imóveis. “Estamos fazendo esse trabalho para que o verdadeiro proprietário tenha garantia da propriedade”, destacou.

Outro benefício concedido pela Prefeitura foi a isenção do Imposto sobre Transmissão de Bens e Imóveis [ITBI] permitindo, assim, a transferência gratuita do imóvel e isentando as despesas de cartórios para os moradores enquadrados na faixa 1 do Programa Minha Casa Minha Vida, do qual o Residencial Daury Riva faz parte. O departamento de Habitação da Secretaria de Assistência Social vem fazendo gestão, junto à União, para efetivação da posse das famílias que moram em conjuntos habitacionais do município.

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“11 anos que estão esperando esse documento e a gente está agora entregando em mãos. Parece que ninguém tinha vontade de isentar os impostos para essas escrituras e nós tivemos coragem de isentar, fazer as escrituras e hoje estamos entregamos a esses moradores”, acrescentou o prefeito.

Uma das moradoras beneficiadas é Cristiane Simão Lopes, que definiu a ação como a realização de um sonho. “Um sonho de todos os moradores, a escritura hoje custa caro, muito caro. Quando eu escutei a notícia, fiquei muito feliz, mandei mensagem para um, mandei mensagem para outro. O prefeito Roberto Dorner está nos ajudando com as escrituras das casas, agradecer a Deus e a ele também. A mesma alegria de ter recebido a casinha, é de ter a escritura”, comemorou.

A documentação que deu a propriedade definitiva a essas famílias foi entregue pelas mãos do representante da Caixa Econômica, no mês passado, para o prefeito Roberto Dorner e a secretária de Assistência Social, Trabalho e Habitação, Scheila Pedroso. De acordo com a secretária, Sinop vive um momento histórico no que diz respeito a habitação.

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“Sinop sem dúvidas vive um dos melhores momentos da habitação, 11 anos que essas famílias estão aguardando esses títulos, 241 famílias que precisam desse documento para ter legalidade do seu imóvel. Trabalhamos através do Departamento de Habitação, fomentando isso, fazendo o meio de campo, o prefeito tem incentivado muito, é atitude que ele (prefeito) resolveu tomar”, completou Scheila.

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Polícia Civil desarticula núcleo financeiro de facção criminosa na Região Metropolitana de Cuiabá

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (2.7), a segunda fase da Operação Golden, para cumprir ordens judiciais em continuidade às investigações que apuram a atuação de uma facção criminosa envolvida com os crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridas 14 ordens judiciais, sendo cinco mandados de busca e apreensão domiciliar, oito bloqueios de contas bancárias e ativos financeiros no limite de R$ 283,5 mil e uma medida cautelar diversa da prisão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias Polo de Cuiabá.

As ordens judiciais são cumpridas nos municípios de Várzea Grande, Pontes e Lacerda e Tangará da Serra, além de Itabela, no Estado da Bahia.

A operação, deflagrada com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), conta com o apoio operacional da Delegacia Regional de Polícia de Pontes e Lacerda, da Delegacia de Polícia de Tangará da Serra e da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) da Polícia Civil da Bahia.

Entre os alvos, está um detento que está preso em São Paulo, em razão de mandado de prisão expedido pela Justiça de Mato Grosso. O investigado possui vasta ficha criminal no Estado por envolvimento em tráfico de drogas, homicídio, entre outros crimes.

Esta segunda fase da operação tem como objetivo central a desarticulação do núcleo financeiro da facção criminosa, atingindo diretamente a estrutura econômica que sustenta as atividades ilícitas.

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Primeira fase

A primeira fase da operação foi deflagrada em 13 de março de 2025, quando foram cumpridas 18 ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão, prisões preventivas e bloqueios patrimoniais contra investigados por tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais.

As investigações da Denarc tiveram origem após a prisão em flagrante de um casal envolvido com o tráfico de drogas. Com o avanço das diligências, foi possível identificar que os integrantes do grupo criminoso utilizavam contas bancárias de terceiros e um estabelecimento comercial para ocultar e movimentar valores provenientes da comercialização de entorpecentes.

Em continuidade aos trabalhos da primeira fase, foram apreendidos mais de R$ 692 mil em espécie e R$ 222 mil em cheques, valores localizados durante buscas realizadas na cidade de Cáceres, além do bloqueio de grande quantidade de valores nas contas dos investigados, que continham grande quantidade de valores.

Mapeamento financeiro e lavagem de dinheiro

As investigações prosseguiram e permitiram aos investigadores identificar novos integrantes da facção criminosa e ampliar o mapeamento da estrutura financeira utilizada para a movimentação dos recursos ilícitos.

Os elementos obtidos também possibilitaram a realização de investigação financeira, que identificou movimentações incompatíveis com a capacidade econômica declarada dos investigados e a utilização de empresa de fachada.

Segundo os levantamentos realizados pela Denarc, uma empresa constituída em nome de um dos investigados, sem histórico empresarial relevante e com renda declarada modesta, movimentou mais de R$ 600 mil em apenas dois meses, sem lastro econômico compatível para gerar esse montante.

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A investigação identificou ainda transferências financeiras entre pessoas apontadas como integrantes do grupo criminoso, incluindo suspeitos com antecedentes por tráfico de drogas e participação em facções.

Segundo o delegado André Rigonato, responsável pelas investigações, também foram identificados repasses para a empresa que apresentou indícios de funcionamento incompatíveis com a atividade declarada, circunstâncias que reforçaram a hipótese investigativa de utilização de pessoas físicas e jurídicas para ocultação e dissimulação de recursos provenientes do tráfico de drogas.

Os elementos fundamentaram a representação da Polícia Civil pelas novas medidas cautelares deferidas pelo Poder Judiciário. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos aparelhos celulares, computadores, documentos e outros materiais que serão submetidos à análise pericial para subsidiar a continuidade das investigações.

“As medidas cautelares patrimoniais têm como finalidade impedir a ocultação ou dissipação de ativos supostamente oriundos da atividade criminosa, preservar elementos de prova e assegurar eventual reparação dos danos e perdimento de bens ao final da persecução penal”, destacou o delegado.

As investigações seguem em andamento, podendo resultar na identificação de novos envolvidos e na adoção de outras medidas judiciais.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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