POLICIAL

Policiais civis descobrem identidade de foragido que usou nome de irmão para tentar escapar da prisão


Um foragido da Justiça do Acre pelos crimes de roubo e porte ilegal de arma de fogo foi preso pela Polícia Civil em Campos de Júlio, nesta quinta-feira (21.04).

O suspeito de 25 anos estava utilizando o nome do seu irmão para não ser descoberto pela polícia. As investigações que levaram a verdadeira identidade do suspeito iniciaram após ele ser preso pela Polícia Militar por envolvimento em tráfico de drogas e extorsão mediante sequestro, ocasião em que se apresentou com o nome do irmão.

Depois de ser conduzido à delegacia, os investigadores iniciaram levantamento de informações sobre o suspeito e apuraram que ele estava utilizando um nome falso, pois estava foragido do estado do Acre.

Com base nas investigações, a equipe da Polícia Civil de Campos de Júlio confirmou a real identidade do suspeito, que estava com o mandado de prisão decretado pela Justiça por crimes cometidos na capital acreana, Rio Branco.

Ele foi conduzido a uma unidade prisional, onde aguardará manifestação da Justiça sobre o recambiamento ao estado de origem.

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Fonte: PJC MT

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Com mandado de prisão em aberto, ex-deputado Daltinho não é localizado há mais de um mês

Ex-parlamentar de Mato Grosso é acusado de acumular dívida de R$ 140 mil em pensão alimentícia e segue sendo procurado após decisão da Justiça do Tocantins

Mais de um mês após ter a prisão civil decretada pela Justiça do Tocantins, o ex-deputado estadual por Mato Grosso Adalto de Freitas Filho, conhecido como Daltinho, ainda não foi localizado pelas autoridades policiais.

De acordo com informações registradas no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP), o mandado de prisão segue em aberto desde o dia 17 de abril de 2026, data em que a ordem judicial foi expedida.

Daltinho é acusado de acumular uma dívida de aproximadamente R$ 140 mil em pensão alimentícia destinada à filha adolescente e à ex-esposa.

Segundo documentos oficiais, o ex-deputado possui domicílio em Barra do Garças, cidade localizada na divisa entre Mato Grosso e Goiás, mas até o momento não foi encontrado para o cumprimento da decisão judicial.

O caso ganhou repercussão após a revelação de que a prisão civil do ex-parlamentar já havia sido decretada há mais de um mês sem que houvesse localização do investigado pelas forças policiais.

Nos bastidores jurídicos, a situação chama atenção pelo longo período em que o mandado permanece em aberto, além do valor elevado da dívida apontada no processo.

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A prisão civil por inadimplência de pensão alimentícia é prevista na legislação brasileira como medida coercitiva para obrigar o pagamento da obrigação judicial.

O caso envolvendo o ex-deputado deve continuar sendo acompanhado pelas autoridades enquanto a ordem de prisão permanecer válida e sem cumprimento.

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