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Polícia Militar prende suspeito por homicídio no Shopping Popular e apreende armas

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Policiais militares da Cavalaria prenderam, em flagrante, suspeito na morte do empresário Josionaldo Ferreira de Araújo e apreenderam duas armas de fogo. O crime ocorreu no final da tarde desta segunda-feira (19.12), no Shopping Popular, bairro Dom Aquino, em Cuiabá. 
 
Por volta das 18h30, a equipe, ao acessar Avenida Carmindo de Campos, recebeu informações de populares sobre um homicídio que havia acabado de ocorrer no estabelecimento comercial e que dois suspeitos teriam fugidos do local sentido ao Ginásio Dom Aquino. 
 
Durante diligência pela região, a equipe identificou a dupla. Um dos suspeitos se entregou. Com ele, foi apreendido um revólver calibre 38 com seis munições. 
 
No entanto, na tentativa de abordar o segundo suspeito do crime, o homem efetuou disparos contra a equipe, que revidou a agressão. 
 
Ainda durante a fuga, em duas ocasiões distintas, o suspeito se deparou com outros dois policiais militares que estavam de folga. O homem também realizou disparos, e os policiais revidaram. 
 
Em certo momento, a equipe conseguiu realizar a prisão do suspeito que estava alvejado e apreendeu uma pistola calibre 380. 
 
A Polícia Militar acionou uma equipe de saúde, que constatou o óbito no local. O suspeito preso e as armas apreendidas foram encaminhadas à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.
 
Disque-denúncia  
 
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

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Fonte: PM MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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