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Polícia Militar prende homem e apreende adolescente com armas e artefatos explosivos em Sorriso

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Um adolescente de 14 anos foi apreendido e um homem de 18 anos foi preso, nesta quinta-feira (02.05), por policiais militares do 12º Batalhão, suspeitos por organização criminosa, porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas em Sorriso (397 km de Cuiabá). Na ação, as equipes recolheram dois revólveres, seis artefatos explosivos conhecidos como coquetel molotov e porções de maconha. 

Conforme o boletim de ocorrência, durante policiamento pelo bairro São José, os policiais identificaram um veículo VW Santana azul, com as mesmas características apresentadas em denúncias de crimes de homicídios no município. O carro estava estacionado de frente a uma residência localizada na Rua Claudino Frâncio. Os policiais flagraram os dois suspeitos correndo para os fundos da casa, momento em foram detidos em flagrante. 

Com o adolescente, os policiais apreenderam um revólver calibre 38, carregada com munições. Já o comparsa estava armado com um revólver calibre 32.

Na casa, os policiais encontraram munições, porções de maconha e pasta base de cocaína, além de três rádios comunicadores e seis artefatos explosivos caseiros conhecidos como coquetel molotov. 

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À PM, a dupla informou que são do município de Sinop e que estariam em Sorriso para crimes de homicídios contra organização criminosa rival. Ainda, que os explosivos seriam utilizados para atacar residência das vítimas. 

Os suspeitos e todo material apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer. 

Disque-denúncia   

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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