POLICIAL

Polícia Militar localiza cadáver enterrado em quintal de residência e prende três pessoas em Água Boa

A Polícia Militar prendeu um homem e duas mulheres suspeitos pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver, nesta sexta-feira (7.11), em Água Boa. Na ação, os policiais militares localizaram o corpo de uma pessoa que estava enterrado em uma cova rasa, na residência dos suspeitos.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do 16º Batalhão de PM recebeu informações do setor de inteligência sobre uma vítima de homicídio que havia sido enterrada no quintal de uma casa, no bairro Setor Cristalino.

Os policiais foram ao endereço informado na denúncia e encontraram duas mulheres que, questionadas sobre o fato, negaram toda a situação, mas que apresentaram divergências nos depoimentos. Após serem perguntadas novamente, uma suspeita revelou ter visto seu marido fazer um buraco no quintal da casa, não sabendo informar com precisão a data.

A mulher também revelou que seu marido trabalhava em uma fazenda, para onde os militares se deslocaram. Na propriedade rural, o homem foi abordado, sendo verificado que ele possuía mandados em aberto pelos crimes de estupro de vulnerável e porte ilegal de arma.

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O suspeito foi indagado sobre o possível corpo enterrado no quintal da sua casa. Primeiramente, o homem negou a situação, mas após alguns minutos afirmou que havia cometido o crime de homicídio contra uma pessoa e que teria enterrado ela no quintal.

Diante das informações repassadas, os policiais solicitaram apoio de maquinário específico e desenterrou o corpo na casa, acionando a Polícia Judiciária Civil e Politec para trabalhos de perícias. A suspeita é que o corpo seja de um homem que está desaparecido há cerca de quatro meses, o que será confirmado após exames periciais.

Por fim, os três suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências. O caso está sob investigação da Polícia Judiciária Civil.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Polícia Civil cumpre mandados em investigação de ataques virtuais contra moradores, servidores e políticos de Mirassol D’Oeste

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Boca Maldita para cumprir ordens judiciais dentro de investigações que apuram uma série de ataques contra a honra de moradores, servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e região por meio da internet.

Na operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão com autorização judicial para a exploração de dispositivos eletrônicos, além de dois mandados de medidas cautelares. As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Mirassol D’Oeste e Cuiabá.

As diligências, conduzidas pela Delegacia de Mirassol D’Oeste, têm como objetivo coletar provas e aprofundar as investigações sobre a possível prática reiterada dos crimes de injúria, difamação e calúnia.

Segundo as apurações, os investigados teriam utilizado redes sociais e outras plataformas digitais para disseminar conteúdos ofensivos, expondo vítimas, abalando reputações e ampliando o alcance das ofensas no ambiente virtual.

As investigações apontam que os ataques teriam atingido diversos cidadãos, incluindo servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e municípios vizinhos, gerando preocupação diante do potencial de propagação e do impacto causado pelas publicações.

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Segundo o delegado Gustavo Ataíde, responsável pelas investigações, a atuação coordenada em diferentes cidades levanta a suspeita da existência de uma possível associação criminosa voltada à prática sistemática de crimes contra a honra no ambiente digital, hipótese que será aprofundada no curso das investigações.

“O ambiente virtual não é uma terra sem lei. O anonimato nas redes sociais é apenas aparente. Crimes praticados pela internet deixam rastros e podem resultar na responsabilização criminal de seus autores”, destacou o delegado.

As investigações seguem em andamento, e novas diligências não estão descartadas. Os fatos apurados serão encaminhados ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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