POLICIAL

Polícia Civil prende suspeito e recupera arma de policial furtada após acidente de trânsito

Publicados

em

A Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Várzea Grande recuperou, nesse sábado (13.9), a arma de um policial militar, de 32 anos, que havia sido furtada enquanto ele estava desacordado após sofrer um acidente de trânsito.

O acidente aconteceu na madrugada da sexta-feira (12.9), quando o policial trafegava no Bairro Santa Isabel, em Várzea Grande, e, ao passar por um quebra-molas, se desequilibrou e caiu no chão.

Com a queda, o militar bateu a cabeça e ficou desacordado. Ele estava portando uma arma de fogo do tipo pistola e um carregador contendo 17 munições, pertencentes à Polícia Militar, e uma pessoa os furtou de sua cintura, deixando o coldre e o celular da vítima.

Essa pessoa ainda retornou ao local após o furto e ficou presente até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Imagens de câmera de segurança flagraram a cena.

Ainda na sexta-feira, a Derf de Várzea Grande foi acionada e deu início às buscas pelo suspeito. Primeiro, o veículo que ele utilizava quando parou no local do acidente foi identificado, um Honda Civic. Por meio da placa, os policiais conseguiram identificar o nome da proprietária e o endereço e foram até o local.

Leia Também:  Polícia Civil e PRF recuperam veículo furtado e foragido é preso em ações distintas em Rondonópolis

Os policiais foram informados sobre quem estava com o veículo no dia do acidente e levados até o suspeito, de 22 anos, que entregou o local em que havia escondido a arma do policial, em uma mata em frente à casa dele, enterrada e enrolada em uma sacola e pano.

O homem foi preso, autuado por furto e porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e a arma e o veículo apreendidos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

Propaganda

POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

Publicados

em

O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

Leia Também:  Forças de segurança apreendem 215 tabletes de entorpecentes e causam prejuízo de R$ 3,4 milhões às facções criminosas

Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

Leia Também:  Polícia Civil e PRF recuperam veículo furtado e foragido é preso em ações distintas em Rondonópolis

Veja fotos da operação 

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA