POLICIAL

Polícia Civil prende servidora municipal que exigia vantagens indevidas de produtores rurais dentro de delegacia

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Paranatinga (373 km ao sul de Cuiabá), cumpriu o mandado de preventiva contra uma servidora do município pelos crimes de concussão passiva e prevaricação. Ela trabalhou como escrivã ‘ad hoc’ na unidade policial e foi investigada por exigir valores das vítimas, especialmente produtores rurais, para não instaurar procedimentos em relação a crimes ambientais.

Foi instaurado um inquérito policial pela Delegacia de Paranatinga para apuração dos fatos praticados pela servidora, que era cedida pela Prefeitura Municipal. Após a apuração foi representada à Justiça pela prisão preventiva pelos crimes de concussão passiva e prevaricação.

As investigações iniciaram após uma denúncia anônima narrando que a servidora exigia vantagens indevidas de pessoas, entre elas produtores rurais, que eram chamados para prestar esclarecimentos na delegacia.

Em poucos dias de investigação, foi confirmada a veracidade das informações e constatado que a servidora agiu da mesma forma com todas vítimas, as atraindo até a delegacia sob a alegação de que eram alvos de denúncias sobre crime ambiental. Durante conversa com as vítimas, a servidora exigia a valores para não instaurar ou não prosseguir com o procedimento que, na maior parte dos casos, sequer existia.

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A servidora foi afastada da delegacia e com base nos elementos levantados, o delegado Eric Martins representou pelo mandado de prisão preventiva da investigada, que foi deferido pela Justiça e cumprido nesta quarta-feira (27.09).

“A Polícia Civil não admite nenhum tipo de situação em que o servidor exija valor ou vantagem para que não seja instaurado ou trâmite determinado procedimento investigativo. O caso da servidora, que era cedida e atuava como escrivã ad hoc, é uma situação isolada e não tem nenhum vínculo com as demais atividades desenvolvidas na unidade”, destacou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Batalhão Ambiental da PM embarga área após denúncia de desmatamento irregular

Uma equipe do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) identificou e embargou, nesta quarta-feira (1.7), uma área de desmatamento irregular, localizada no Distrito do Coxipó do Ouro, entre os municípios de Cuiabá e Chapada dos Guimarães.

A ação ocorreu após apuração de uma denúncia de desmatamento a corte raso. Antes da fiscalização em campo, os policiais realizaram levantamentos técnicos por meio da plataforma ArcGIS, analisando alertas de desmatamento que indicavam possíveis intervenções ambientais na região.

No local, a equipe confirmou a supressão da vegetação em uma área de 2,567 hectares. Durante a vistoria, foi constatado que parte do desmatamento atingiu a faixa de 30 metros de Área de Preservação Permanente (APP) do Córrego Rio das Pedras, área protegida pela legislação ambiental.

Os policiais também verificaram que o imóvel não possui Cadastro Ambiental Rural (CAR), documento obrigatório para imóveis rurais. Durante a fiscalização foram realizados registros fotográficos, levantamento técnico da área e demais procedimentos administrativos. Apesar das diligências, nenhum responsável pelo imóvel foi localizado.

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Diante das irregularidades constatadas, a equipe lavrou o Auto de Inspeção e o Termo de Embargo. A área permanecerá embargada até deliberação do órgão ambiental competente, enquanto prosseguem as investigações para identificar o responsável pela intervenção ambiental irregular.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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