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Polícia Civil prende mais um envolvido em tentativa de latrocínio em Chapada dos Guimarães

A Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá cumpriu nesta quinta-feira (16.10), um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 38 anos, investigado por uma tentativa de latrocínio, ocorrida no dia 1º de outubro de 2024, em um condomínio localizado na saída para Chapada dos Guimarães.

O investigado possui extensa ficha criminal, com condenações que somam mais de 64 anos de reclusão, incluindo crimes de roubo e homicídio. Mas havia fugido do presídio em junho deste ano.

Em setembro o homem foi preso em flagrante novamente, em Várzea Grande, por porte ilegal de arma de fogo, e estava recolhido na Penitenciária Central do Estado de Mato Grosso.

Nesta quinta-feira (16), ele foi recambiado da PCE até a Derf Cuiabá, onde o mandado de prisão expedido pelo Juízo de Garantias de Cuiabá foi cumprido e o preso foi interrogado no inquérito policial que apura a tentativa de latrocínio.

A ação integra a continuidade da Operação Escudo, deflagrada em setembro com o objetivo de combater com rigor crimes patrimoniais praticados na Capital e região metropolitana.

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Relembre o caso

No dia 1º de outubro de 2024, por volta das 21h55, a vítima, morador de um condomínio na saída para Chapada, em Cuiabá, percebeu comportamento estranho de seus cães e, ao verificar as câmeras de segurança, notou imagens borradas.

Armado com uma pistola registrada, o morador saiu para averiguar e foi surpreendido por três disparos de arma de fogo efetuados por invasores.

A vítima revidou, trocando tiros, até precisar recarregar a arma, momento em que os criminosos fugiram pulando o muro em direção à MT-251.

As imagens de segurança confirmaram a presença de três indivíduos armados, que atiraram contra a vítima durante a tentativa de latrocínio.

Operação Escudo

Após o crime, a Derf Cuiabá deu início às investigações sobre o caso e identificou os autores do crime. As investigações apontaram que a ordem para a prática do latrocínio partiu de um criminoso preso na Penitenciária Central do Estado (PCE).

No dia 12 de setembro deste ano, a Polícia Civil deflagrou a Operação Escudo, para cumprir ordens judiciais contra envolvidos na tentativa de um latrocínio. Foram cumpridas três ordens de prisão, além de mandados de busca e apreensão.

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O nome da operação, Escudo, faz alusão ao papel da Polícia Civil de Mato Grosso como instrumento de proteção da sociedade. Assim como um escudo é utilizado para resguardar ataques e garantir a segurança, a Polícia Civil atua na linha de frente da defesa da população, impedindo a ação criminosa e promovendo a sensação de ordem e tranquilidade.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre 104 mandados contra facção criminosa envolvida com tráfico e lavagem de dinheiro em Lucas do Rio Verde

¿¿A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta sexta-feira (3.7), a Operação Ragnarok para cumprir 104 ordens judiciais contra uma facção criminosa voltada aos crimes de tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo e lavagem de dinheiro em Lucas do Rio Verde e região.

Na operação, são cumpridos 55 mandados de prisão preventiva, 34 de busca e apreensão e 15 bloqueios de contas bancárias relacionadas aos investigados, no limite de mais de R$ 10 milhões. As ordens judiciais foram decretadas pela 5ª Vara Criminal de Sinop.

As investigações foram conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Lucas do Rio Verde ao longo de aproximadamente 11 meses, identificando integrantes de uma facção criminosa envolvidos com o comércio de entorpecentes e crimes correlatos.

O trabalho investigativo iniciou após a prisão em flagrante de dois criminosos por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo nos meses de julho e agosto de 2025.

Com o avanço das investigações, foi possível identificar uma rede criminosa estruturada, com o envolvimento de mais de 50 pessoas nos crimes de tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo e lavagem de dinheiro, que movimentou mais de R$ 10 milhões no período investigado.

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Lavagem de dinheiro

As investigações identificaram que, entre seus integrantes, quatro mulheres eram responsáveis pela movimentação financeira da facção criminosa, atuando no repasse do dinheiro da venda de entorpecentes e de taxas para o comércio de drogas.

Os valores eram repassados para outros investigados, sendo também destinados para uma conta jurídica, posteriormente identificada como uma empresa de fachada para lavagem de dinheiro. Os investigados que recebiam os valores ilícitos simulavam diversas transações financeiras para pulverizar o dinheiro em diversas contas, movimentando quantias milionárias, mesmo sem nenhuma renda declarada.

Com base nos elementos apurados, a delegada da Derf, Paula de Fátima Moreira Barbosa, representou pela expedição dos mandados de prisão preventiva, busca e apreensão e bloqueio de contas bancárias, com foco na prisão dos integrantes e na desarticulação do núcleo financeiro da facção criminosa.

“Esses investigados eram orientados a repassar o dinheiro ilícito e dissimular os valores para diversas contas, até chegar ao gerente da facção criminosa que está no Rio de Janeiro”, explicou a delegada Paula Barbosa.

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Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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