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Polícia Civil prende homem que matou vizinho com 21 facadas em Sorriso

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O autor de um homicídio em que a vítima foi morta com mais de 20 golpes de faca, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, nesta terça-feira (07.11), em investigação realizada pela Delegacia de Sorriso (442 km ao norte de Cuiabá).

O suspeito, de 23 anos, era vizinho de frente da vítima e estava foragido desde o dia do crime. Ele foi localizado na zona rural de Lucas do Rio Verde, onde teve a ordem de prisão cumprida por homicídio qualificado.

O crime que vitimou Manoel da Conceição, de 52 anos, ocorreu no dia 21 de outubro, ocasião em que o corpo foi localizado dentro de sua residência com várias perfurações de faca nas costas e nas pernas. No local, havia sinais de luta corporal e de tentativa de limpar os vestígios de sangue na residência.

Assim que foi acionada dos fatos, a equipe da Divisão de Homicídios da Delegacia de Sorriso iniciou as investigações, conseguindo levantar informações que levavam a autoria do crime.

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Segundo as investigações, o crime teria motivo passional uma vez que o suspeito desconfiava que a sua esposa estava mantendo um relacionamento extraconjugal com a vítima. As investigações apontaram ainda que o crime foi planejado, uma vez que dois dias antes dos fatos, o suspeito pediu demissão do trabalho e logo após o crime fugiu da cidade.

Com base nos levantamentos, o delegado Bruno França Ferreira, representou pelo mandado de prisão preventiva do suspeito, que foi deferido pela Justiça. Após inúmeras diligências, os policiais conseguiram chegar ao local em que o investigado estava escondido, na zona rural de Lucas do Rio Verde.

Após ter o mandado de prisão cumprido, o preso foi encaminhado à Delegacia de Sorriso para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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