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Polícia Civil prende envolvidos em homicídio em que vítimas foram torturadas na beira de córrego na Capital

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), cumpriu na manhã desta segunda-feira (06.11), dois mandados de prisão temporária contra envolvidos em um crime de tortura, homicídio tentado e consumado contra duas vítimas, ocorrido em outubro de 2022, na Capital.

O crime ocorreu no dia 20 de outubro, quando após determinação de uma facção criminosa, as vítimas foram levadas para as margens do córrego, no bairro Planalto, onde foram agredidas e torturadas.

Na ocasião, as vítimas foram encontradas por populares, caídas, na beira do córrego, com várias lesões pelo corpo e sinais de tortura. As vítimas foram socorridas com vida, porém Edilson Rodrigues de Sousa, de 42 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital. A segunda vítima que também estava bastante machucada, conseguiu sobreviver às agressões.

Assim que tomou conhecimento dos fatos, a equipe da DHPP iniciou as investigações conseguindo levantar informações de que o crime foi cometido a mando de uma organização criminosa, após as vítimas terem ateado fogo na casa da irmã de um integrante da facção.

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Com base nos levantamentos, foi possível identificar os autores do crime e o o delegado Bruno Sérgio Magalhães Abreu representou pelos mandados de prisão temporária dos investigados, que foram deferidos pela Justiça. As ordens de prisão foram cumpridas nesta segunda-feira (06), no bairro Planalto, onde os alvos moram.

“Foi uma investigação difícil, uma vez que testemunhas tinham medo de falar e sofrerem represálias. Porém ficou claro, que com a ação, os investigados queriam demonstrar a força da organização criminosa e impor respeito, para todos no bairro”, disse o delegado.

As investigações seguem em andamento para prender outros envolvidos no crime.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil localiza corpo de vítima e prende autores de execução em Sorriso

A Polícia Civil de Mato Grosso esclareceu, nesta quarta-feira (29.4), um homicídio e ocultação de cadáver de David Fernandes de Sousa, de 21 anos, com a identificação e prisão de três envolvidos nos crimes, em Sorriso. A morte da vítima está relacionada à possível rixa entre facções criminosas.

As investigações da Delegacia de Sorriso apontaram que os três criminosos eram amigos da vítima e passaram a desconfiar que o amigo pertencia a uma facção rival, fato que teria motivado o crime. Eles responderão pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.

Com o esclarecimento do crime, Sorriso apresenta índice de 100% dos homicídios elucidados, com a identificação e a prisão dos autores no município.

David Fernandes de Sousa era considerado desaparecido desde o dia 5 de abril, quando sua mãe procurou a Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência. Segundo informações, há 15 dias, o jovem estava dividindo aluguel com um amigo e, após esse período, não teve mais notícias.

Com base nas informações repassadas, os policiais da Delegacia de Sorriso iniciaram as investigações e conseguiram identificar um dos suspeitos, de 22 anos, integrante de facção criminosa, com envolvimento no desaparecimento e morte de David.

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Em continuidade às diligências, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito, que confessou a participação no homicídio e na ocultação de cadáver do jovem, bem como revelou a localização do corpo e o envolvimento de outros integrantes no grupo.

Com a possível localização do corpo, os policiais foram até o local e, após escavarem, conseguiram encontrar o corpo enterrado em uma cova rasa, em uma região de mata do município.

Os outros dois suspeitos já haviam sido presos na semana passada por envolvimento com tráfico de drogas. Os três suspeitos foram autuados em flagrante por ocultação de cadáver e organização criminosa e responderão, em inquérito policial, pelo homicídio.

Segundo o delegado Bruno França, responsável pelas investigações, os suspeitos eram amigos da vítima, porém, após desconfiarem que ele integrava uma facção criminosa rival, decidiram executá-lo.

“A vítima foi morta estrangulada com o cadarço do próprio sapato e, posteriormente, teve o corpo ocultado, em uma evidente situação de rixa entre grupos criminosos”, disse o delegado.

As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos no crime.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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