POLICIAL

Polícia Civil prende envolvidos em homicídio de jovem executado por organização criminosa

Publicados

em

A equipe da Delegacia de Pontes e Lacerda prendeu na noite de quarta-feira (28.08) dois investigados envolvidos por tráfico de drogas e homicídio de um jovem no mês de maio deste ano.

Os investigados de 23 e 25 anos foram presos em cumprimento a mandados de prisão decretados pelo juízo da Comarca de Pontes e Lacerda após as investigações da Polícia Civil identificá-los como autores do homicídio de Gabriel dos Santos Boeque.

A ação policial faz parte da Operação Erga Omnes, planejamento estratégico da Polícia Civil no combate ao crime organizado no Estado para debelar, principalmente, o tráfico de drogas.

Um dos criminosos foi preso em um bar no bairro Morada da Serra. É investigado também por tráfico de drogas. Na semana passada, a Polícia Civil apreendeu quatro quilos de pasta base que foram identificados como de propriedade do suspeito.

No dia 21 de maio, um grupo criminoso fez quatro pessoas como reféns a fim de descobrir qual delas estava vendendo entorpecente sem autorização de uma organização criminosa.

Leia Também:  Polícia Civil prende homem por violência doméstica contra companheira em Cuiabá

Após manter as vítimas em restrição da liberdade durante três horas, os suspeitos torturaram Gabriel e o fizeram confessar que ele estava comercializando drogas. Depois, levaram o jovem para a saída da cidade, às margens da BR-174, onde a executaram usando um revólver calibre 38. Em seguida, esconderam o corpo e queimaram a motocicleta de Gabriel a 800 metros de onde o jovem estava. A vítima foi encontrada na tarde do dia 22 de maio, com mãos e pés amarrados e amordaçada.

Com o avanço das investigações, a equipe da Delegacia de Pontes e Lacerda identificou todos os envolvidos na tortura e homicídio da vítima – dois adolescentes e dois adultos. Os maiores de idade foram presos nesta quarta-feira e os adolescentes já estavam apreendidos anteriormente.

Fonte: Policia Civil MT – MT

Propaganda

POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

Publicados

em

O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

Leia Também:  Servidores têm até 30 de novembro para realizar recadastramento

Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

Leia Também:  Foragido por estupro de vulnerável em MS é preso pela Polícia Civil em Confresa

Veja fotos da operação 

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA