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Polícia Civil prende casal responsável por abastecer tráfico de drogas em Nova Mutum

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Nova Mutum (240 km de Cuiabá), prendeu, nesta terça-feira (25.2), um casal apontado como o responsável por abastecer o estoque dos vendedores de drogas de uma facção criminosa na região de Nova Mutum.

Após investigações, a Polícia Civil identificou a residência dos suspeitos, no bairro Nossa Senhora Aparecida, e passou a monitorar o imóvel. Nessa terça-feira (25.2), o casal foi visto saindo com uma motocicleta e foi acompanhado à distância, até parar em frente a uma residência.

No local, eles foram recebidos por um homem, que saiu rapidamente, pegou um pacote grande e retornou para dentro da casa. Em seguida, o casal seguiu até outra residência, onde foi recebido por outro homem, que também pegou um pacote, colocou no bolso e entrou na casa.

A equipe policial identificou que os pacotes eram de drogas e abordou o morador dessa casa, que havia acabado de receber o entorpecente. O suspeito tentou esconder a droga, mas acabou preso. Já o casal, não percebeu a presença dos policiais.

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Logo após o primeiro flagrante, os policiais retornaram à residência do casal apontado como distribuidor da droga, e encontraram o homem. Abordado e questionado, o suspeito confirmou que estava abastecendo os vendedores e disse onde estavam mais entorpecentes para serem distribuídos. Diante disso, ele foi preso em flagrante.

Os policiais voltaram também no primeiro vendedor, que não havia sido preso no momento do flagrante para poder seguir com a ação, mas foi localizado no mesmo endereço e detido.

Foram apreendidos três celulares, quase 500 pinos de cocaína, 16 porções de cocaína, 12 porções de maconha, R$ 816 em espécie e diversas anotações do tráfico de drogas com nomes de supostos lojistas. Ao todo, quatro pessoas foram presas por tráfico e associação ao tráfico de drogas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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