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Polícia Civil prende autores de furto e receptador de produtos subtraídos de escola em Tangará da Serra

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Três pessoas suspeitas dos crimes de furto e receptação cometidos contra uma escola municipal localizada na zona rural de Tangará da Serra foram detidas pela Polícia Civil, na segunda-feira (21.08), em ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município.

As diligências iniciaram assim que a equipe de policiais da Derf recebeu informações sobre o furto no Colégio Municipal de Ensino Ernesto Che Guevara, localizado no Assentamento Antônio Conselheiro, na zona rural, de onde foram subtraídos aproximadamente 400 metros de fios de cobre, além de uma televisão 60” e um aparelho de som, somando um prejuízo de aproximadamente R$ 20 mil.

Após diversas diligências, os investigadores identificaram dois suspeitos apontados como autores do furto, sendo apreendido com eles, a televisão e o aparelho de som subtraído da escola. Questionados sobre os fios de cobre, os suspeitos confessaram ter vendido para empresas de reciclagem no município.
Em continuidade às diligências, os policiais foram até a empresa que teria adquirido o material, sendo recuperados no local 80 quilos de fio de cobre produto de furto, que eram vendidos como sucata. O proprietário do estabelecimento foi detido pelo crime de receptação.

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Diante dos fatos, os três suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Tangará da Serra, onde após serem interrogados, dois dos suspeitos foram autuados em flagrante por furto e o terceiro por receptação.

Todos os envolvidos identificados foram conduzidos a delegacia de polícia e poderão responder pelos crimes de furto e receptação.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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