POLICIAL

PM prende homem por ameaça de morte contra os pais, apreende revólver e munições

Policiais militares do 17º Batalhão prenderam um homem, de 39 anos, por ameaçar os próprios pais de morte e porte ilegal de arma de fogo, na noite desta quarta-feira (15.10), na zona rural de Curvelândia. Com ele, foram apreendidos um revólver calibre .38 e 26 munições.

A equipe de militares foi acionada após uma denúncia de que um homem estava pedindo socorro por ter sido ameaçado de morte pelo próprio filho, em um sítio próximo à comunidade Novo Panorama. Diante das informações, os policiais iniciaram diligências em buscas pelo suspeito.

Em determinado momento, a equipe flagrou um homem com as mesmas características informadas conduzindo uma moto e realizaram a abordagem. O suspeito, ao avistar a viatura policial, estacionou o veículo e caiu ao solo, apresentando sinais de embriaguez e recebeu voz de prisão.

Durante a abordagem, o pai do suspeito compareceu ao local e confirmou à PM que o filho tem feito constantes ameaças de morte contra ele e a sua esposa, e na data de hoje utilizou um canivete para amedrontar, além de cometer agressões físicas.

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A vítima ainda ressaltou que o filho faz uso excessivo de bebidas alcóolicas e que ele possui uma arma de fogo na residência. A equipe policial se deslocou até a residência dos pais do suspeito e, após buscas, localizou um revólver calibre .38 e 26 munições do mesmo calibre. Os policiais identificaram que o homem possui diversas passagens criminais como ameaça, desacato, posse irregular de arma de fogo e dirigir sob influência de álcool.

Diante dos fatos, o suspeito foi encaminhado para a delegacia, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Sob supervisão Wellyngton Souza*

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Polícia Civil realiza seminário de investigação de crimes contra mulheres em razão de gênero

A Polícia Civil está realizando, nesta quarta e quinta-feira (13 e 14.5), a terceira edição do Seminário de Investigação de Delitos Cometidos Contra Mulheres por Razão de Gênero, no auditório da Secretaria de Planejamento (Seplag).

O encontro visa aprimorar técnicas de investigação e qualificar os policiais civis para atuar em casos com perspectiva de gênero desde o primeiro acolhimento, com o pedido de medidas protetivas.

“O objetivo dessa capacitação é alcançar diversos policiais plantonistas do Estado de Mato Grosso, buscando capacitar a Polícia Civil para oferecer um atendimento adequado, humanizado, para que nossas assistidas, ao entrar nas delegacias, recebam um atendimento padronizado e eficiente”, afirmou a coordenadora de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, Judá Maali Pinheiro Marcondes.

A secretária de Segurança de Mato Grosso, coronel Susane Tamanho, esteve presente na solenidade de abertura do seminário, e falou sobre a importância da sensibilidade dos servidores que trabalham com a violência contra a mulher.

“Não adianta a gente ter os melhores investimentos, os melhores equipamentos, a melhor tecnologia, se a gente não tiver essa sensibilidade no primeiro atendimento. Vocês são responsáveis por muitas das vezes mudar o curso da vida daquela mulher. A gente sabe que não é somente um problema de segurança, é um problema da sociedade como um todo, mas recai onde? Na segurança. A pessoa, quando se vê em perigo, procura a segurança. Então, nós somos, talvez, a última esperança, a última voz que aquela mulher vai ter para poder ter a sua integridade preservada”, disse a secretária.

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento a Violência de Gênero Contra a Mulher, delegada Mariell Antonini, reforçou que os papéis da Polícia Civil de fazer o primeiro atendimento e de conduzir uma investigação qualificada são muito importantes.

“Hoje se usa muito a Inteligência Artificial, mas o que não pode ser substituído no nosso dia a dia é o atendimento qualificado. Isso o computador não vai poder fazer por nós, nós temos que fazer o atendimento, ter o cuidado com o local de crime, a coleta qualificada de elementos investigativos, tudo isso é providência que depende dos profissionais que atuam nessa pauta do enfrentamento à violência contra a mulher e a Polícia Civil tem esse papel primordial de ser a porta de entrada em que as vítimas comumente recorrem”, afirmou a delegada.

Mariell afirmou que um dos motivos da capacitação ser realizada é para que os policiais compreendam essa necessidade de atender bem e evoluir na investigação. O que foi enfatizado pela delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel.

“Nós estamos aqui reunidos para entender e buscar como melhor investigar, para nós alcançarmos, enfim, a diminuição desses números assustadores que nós temos hoje na nossa sociedade. A missão constitucional da Polícia Judiciária Civil é investigar crimes, nós temos um papel muito importante nesse cenário, e eu confio muito que a investigação bem conduzida começa já no primeiro atendimento, quando nós atendemos a vítima lá no plantão, quando nós tomamos cuidado para preservar os vestígios, quando nós temos esse primeiro olhar desde a entrada da vítima na delegacia, o olhar sensível e investigativo”, declarou a delegada-geral.

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Ao todo, 127 policiais, entre investigadores, escrivães e delegados, das 15 regionais do Estado, participam do seminário, que terá oito palestras e certificação de 12 horas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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