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PM prende dois homens e recupera veículo roubado em Cuiabá

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Policiais militares do 3º Batalhão prenderam em flagrante dois homens, de 18 e 25 anos, por tentativa de roubo e porte ilegal de arma, no final da tarde desta quarta-feira (11.01), em Cuiabá. Com a dupla, a PM apreendeu um revólver calibre .38 e recuperou um veículo roubado.

Por volta de 17h30, a equipe do 3º BPM recebeu denúncias sobre uma tentativa de roubo em um estabelecimento comercial no bairro Santa Cruz. Segundo as informações, o crime seria cometido por três homens, que estavam armados e que teriam foragido em um veículo Gol cinza.

De imediato, o Grupo de Apoio (GAP) do 3º BPM iniciou as diligências, encontrando o automóvel na avenida Tancredo Neves. A partir daí, os policiais acompanharam o veículo e deram ordens de parada para os suspeitos, que foram desobedecidas.

Os criminosos ainda efetuaram disparos de arma de fogo contra os policiais militares, que revidaram a injusta agressão, atingindo os pneus do veículo, fazendo com que os suspeitos perdessem o controle do carro. Os três suspeitos seguiram a pé, sendo dois deles detidos pelos policiais militares. 

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Em busca pessoal, nada de ilícito foi encontrado com os criminosos, que informaram que a arma utilizada no crime estaria próxima do carro. No local, os militares encontraram o revólver, que estava carregado com seis munições. A PM também realizou checagem ao veículo, constatando que o carro era produto de roubo, ocorrido em dezembro de 2022, em Cuiabá. 

Diante dos fatos, os suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados para a Central de Flagrantes, para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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