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Líder de facção alvo da Operação Ludus Sordidus é preso novamente pela Polícia Civil

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O principal alvo da Operação Ludus Sordidus, deflagrada pela Polícia Civil no mês de agosto, com alvo em uma facção criminosa envolvida em crimes diversificados, dentre eles, jogos de azar, estelionatos, tráfico de drogas e lavagem de capitais, teve um novo mandado de prisão preventiva cumprido na manhã desta segunda-feira (8.9), em Cuiabá.

Apontado como líder da facção criminosa na região dos bairros Jardim Liberdade e Osmar Cabral, o investigado S.L.Q.A. teve o mandado de prisão preventiva cumprido no dia 21 de agosto, durante a operação, deflagrada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco).

Na ocasião, o preso foi encaminhado para audiência de custódia, onde foi concedida em caráter excepcional prisão domiciliar ao investigado, diante de condição de saúde e da necessidade de acompanhamento médico. A prisão domiciliar foi revogada e uma nova ordem de prisão preventiva foi expedida pela juíza Fernanda Mayumi Kobayashi, do Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias de Cuiabá

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O mandado de prisão foi expedido uma vez que mesmo recolhido em ambiente domiciliar e submetido a monitoramento eletrônico, o investigado mantinha as articulações voltadas à continuidade das práticas ilícitas.

Em uma das ações, o integrante da facção criminosa teria realizado reunião com integrantes da organização no bairro Osmar Cabral.

Com o mandado de prisão decretado pela Justiça, os policiais da GCCO/Draco foram até a residência do faccionado, onde foi dado cumprimento à ordem judicial. Após a prisão, ele foi encaminhado para a unidade policial para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Ludus Sordidus

A operação da Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco) foi deflagrada no dia 21 de agosto para cumprir 38 ordens judiciais com foco na desarticulação da atuação de uma facção criminosa altamente estruturada envolvida em crimes diversificados, dentre eles, jogos de azar, estelionatos, tráfico de drogas e lavagem de capitais.

Entre os alvos identificados está o líder do grupo criminoso, que sob a fachada de ações sociais e atuação como presidente de time de futebol amador, na verdade, monopolizava as práticas criminosas em alguns bairros (denominada quebrada), controlando e lucrando com atividades criminosas de tráfico de drogas, estelionatos e jogos ilegais.

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A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil por meio da operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado o combate às facções criminosas em todo o Estado. O trabalho também faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim).

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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