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Homem que estuprou ex-mulher e enteada em Tabaporã é preso em Rondônia

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Um homem investigado por estuprar a ex-mulher e a enteada de apenas 10 anos, no município de Tabaporã, foi preso pela Polícia Civil, na noite de sexta-feira (23.05), em Rondônia.

Com mandado de prisão por estupro de vulnerável expedido pela Comarca de Tabaporã, o suspeito foi localizado na cidade de Machadinho do Oeste (RO), após trabalho da Delegacia de Tabaporã com apoio da Delegacia de Itaúba.

Conforme apurado, depois de cometer os abusos sexuais e estuprar a ex-mulher e a enteada de apenas 10 anos, na mesma ação criminosa, o suspeito foragiu.

Desde então ele vinha sendo procurado, e durante as diligências ininterruptas para apurar seu paradeiro, os policiais civis descobriram o esconderijo no município de Machadinho do Oeste.

Diante das informações as equipes coordenadas pelos delegados Bruno Mendo Palmiro e Luceni Ferreira Santana, conseguiram localizar o foragido e dar cumprimento ao mandado de prisão em aberto.

Após a prisão, o suspeito foi conduzido para as providências cabíveis, sendo posteriormente apresentado e colocado à disposição da Justiça.

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O caso segue sob investigação, e detalhes sobre o processo e a identidade da vítima estão sendo mantidos em sigilo, em respeito às diretrizes legais de proteção à criança e ao adolescente.

A Polícia Civil de Mato Grosso reforça o compromisso com o combate aos crimes sexuais e ressalta a importância das denúncias anônimas para localizar foragidos da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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