POLICIAL
Força Tática prende quadrilha e salva suspeita ferida com técnicas de atendimento pré-hospitalar policial
Policiais da Força Tática prenderam uma quadrilha por estelionato em um site de venda, nesta quinta-feira (10.03), no bairro Novo Colorado, na Capital. Na ação, três homens e uma mulher foram presos e três adolescentes (15 e 17 anos) apreendidos. Uma suspeita se cortou durante a fuga e foi atendida pelos policiais por meio do Atendimento Pré-Hospitalar Policial (APH) da PM.
Durante patrulhamento, os policiais avistaram dois homens em atitude suspeita, nada de ilícito foi encontrado com os suspeitos na abordagem, mas a equipe da Polícia Militar notou que a dupla exalava um forte odor de maconha. Na abordagem, um dos suspeitos relataram que estavam buscando comida para outros indivíduos que estariam praticando golpe por meio do aplicativo de venda “OLX” e fazendo uso de drogas em uma residência na mesma rua.
Os policiais foram até a casa apontada, perceberam a movimentação de pessoas correndo/fugindo e logo em seguida vários pedidos de socorro vindo do interior do imóvel. A equipe arrombou a porta e se deparou com sangue espalhado pela casa e uma adolescente com um ferimento aberto na perna esquerda na altura da coxa com sangramento massivo.
De imediato, os policiais realizaram o procedimento de primeiros socorros na suspeita, por meio do uso do Atendimento Pré -Hospitalar Tático Policial (APH) para cessar o sangramento até a chegada da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. A adolescente de 17 anos relatou que se cortou na porta de ferro da residência, quando os outros suspeitos arrobaram o cômodo da residência deles para fugirem da abordagem policial, e que ao perceberem ela ferida, os seus comparsas desistiram da fuga e pediram socorro para PM.
A suspeita, que é menor de idade, foi encaminhada pelo Samu para o Hospital Municipal de Cuiabá. A ação resultou na prisão quatro pessoas e três adolescentes. Na casa, os policiais apreenderam três porções de maconha e os celulares foram apreendidos. A quadrilha foi encaminhada à Delegacia por estelionato, corrução de menores, desobediência, uso ilícito de entorpecentes.
POLICIAL
Polícia Civil mira grupo investigado por sextorsão contra influenciadora digital em Mato Grosso
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Falso 9, para cumprimento de ordens judiciais contra investigados por extorsão na modalidade conhecida como “sextorsão” praticados contra uma influenciadora digital do interior de Mato Grosso.
Na operação são cumpridas cinco ordens judiciais, dentre eles, um mandado de prisão preventiva, dois mandados de busca e apreensão e dois mandados de quebra de sigilo telemático. Os mandados são cumpridos nos municípios de Juína e Castanheira.
As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), apontam que os suspeitos utilizavam identidades falsas em aplicativos de mensagens, se passando por um jogador de futebol famoso, para estabelecer contato com a vítima, uma influenciadora digital e modelo do interior do Estado.
Após conquistarem a confiança da vítima, os criminosos obtiveram imagens privadas e passaram a exigir dinheiro, chegando a cobrar R$ 20 mil para não divulgar o conteúdo. Sob intensa pressão psicológica, a vítima chegou a realizar uma transferência via Pix no valor de R$ 4 mil.
Durante as investigações, foi possível identificar o principal responsável pelas extorsões, morador de Juína e outros possíveis envolvidos no município de Castanheira.
Com base nos elementos produzidos durante a investigação, que apontaram a atuação coordenada dos suspeitos na prática do crime de extorsão, o delegado da DRCI, Guilherme Campomar da Rocha, representou pelas ordens judiciais, que foram deferidas pela Justiça. “A operação tem como objetivo reunir novos elementos de prova, interromper a prática criminosa e evitar a revitimização da vítima”, disse o delegado.
As investigações prosseguem para elucidação de todos os fatos e a identificação de outros possíveis vítimas e envolvidos.
Nome da operação
O nome da operação “Falso 9” faz referência ao principal artifício empregado pelos criminosos, que se passavam por um jogador de futebol para criar um vínculo de confiança com a vítima e, posteriormente, praticar a extorsão mediante ameaça de divulgação de imagens íntimas.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, para combate à atuação de grupos criminosos envolvidos em diferentes crimes em todo estado.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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