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Foragido com três mandados de prisão por roubo e sequestro em MT é preso pela Polícia Civil em Alagoas

Um criminoso considerado foragido da Justiça de Mato Grosso por envolvimento em crimes de roubo majorado, na modalidade “saidinha de banco” teve três mandados de prisão cumpridos, nesta quarta-feira (25.01), em ação conjunta da Polícia Civil, por meio da Delegacia de Jaciara (144 km ao sul de Cuiabá), e a Polícia Civil do estado de Alagoas, por meio da Gerência de Inteligência Policial.

Considerado foragido da Justiça, o suspeito estava as ordens de prisão em aberto em Mato Grosso, possuindo diversas passagens criminais, entre elas, envolvimento em roubos majorados tipo “saidinhas de banco” em Jaciara, processo criminal pela prática do mesmo crime em Nobres, além de ter envolvimento em crime de sequestro de Cuiabá.

A expressão saidinha de banco refere-se a uma modalidade de crime que consiste no roubo realizado logo após a vítima sacar uma quantia, na maior parte das vezes elevada, dos bancos e/ou caixas eletrônicos.

Nas investigações conduzidas pela Delegacia de Jaciara, foi descoberto que o suspeito havia fugido para o estado de Alagoas e estava escondido em Maceió, onde já havia adquirido documentos e identidade falsos e vivia como se fosse outra pessoa.

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Após troca de informações entre a Polícia Civil de Mato Grosso e Polícia Civil de Alagoas, foi possível dar cumprimento aos mandados de prisão contra o suspeito na cidade de Maceió, sendo posteriormente o preso colocado à disposição da Justiça.

O delegado titular de Jaciara, José Ramon Leite, destacou que a prisão do foragido, considerado de alta periculosidade, é fruto de uma minuciosa investigação policial, uma vez que foram necessárias diversas diligências para chegar ao seu real paradeiro.

“Além do estado de Mato Grosso, ele praticou crimes em outros estados, utilizando nomes diferentes. Em cada estado que passava ele atuava em crimes, especialmente de roubo majorado, usando de identidades diversas, sendo preciso muita dedicação e um trabalho de inteligência muito criterioso para identificar a sua verdadeira identidade e o local onde estava escondido”, disse o delegado. 

Fonte: PJC MT

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Operação da Polícia Civil mira grupo que manipulava imagens de adolescentes e vendia como conteúdos pornográficos

A Polícia Civil deflagrou, nesta quarta-feira (27.5), a Operação Máxima Proteção, para cumprir três ordens judiciais em Juína, Sinop e Cacoal (RO), visando desarticular um grupo investigado pela produção, armazenamento e comercialização de conteúdos pornográficos ilícitos envolvendo manipulação digital de imagens de adolescentes.

A investigação conduzida pela Delegacia de Juína começou após a identificação de quatro adolescentes, alunos de uma escola particular do município, suspeitos de envolvimento no caso. Com o avanço das apurações, a Polícia Civil também identificou a participação de maiores de idade, o que levou à abertura de um inquérito para aprofundar as investigações.

Até o momento, aproximadamente 30 vítimas foram identificadas em Juína, a maioria adolescentes, estudantes de duas escolas particulares do município e também do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT).

Segundo a investigação, os suspeitos usavam uma ferramenta de inteligência artificial para alterar e criar conteúdos falsos com aparência realista, dificultando a identificação da fraude.

Durante as diligências, os elementos técnicos demonstraram que os investigados produziam montagens pornográficas ilícitas utilizando imagens das vítimas, armazenavam os arquivos em dispositivos eletrônicos e serviços de nuvem, além de compartilharem os conteúdos com terceiros. A investigação apontou que as práticas ocorriam de forma reiterada e organizada, com divisão implícita de funções entre os envolvidos.

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As apurações indicam ainda que dois adolescentes, ambos de 15 anos, passaram a explorar economicamente os conteúdos produzidos, cobrando valores que variavam de R$ 30 por fotografia a até R$ 120 por vídeo.

Os extratos bancários analisados revelaram movimentações financeiras compatíveis com atividade ilícita, demonstrando recebimentos frequentes, diversidade de remetentes e compatibilidade com os valores negociados nas conversas obtidas durante a investigação.

A análise dos dados identificou compradores distribuídos em diversos estados da federação, incluindo Minas Gerais, Pará, Rondônia, Tocantins e Bahia, evidenciando o caráter interestadual da prática criminosa e aumentando a complexidade investigativa.

Também foi constatado que os suspeitos utilizavam perfis falsos em redes sociais, com identidades femininas fictícias, utilizados para divulgação dos conteúdos ilícitos, contato com compradores e simulação de legitimidade. O Facebook era a principal plataforma utilizada pelo grupo.

As investigações apontam que os envolvidos atuavam de forma minimamente organizada, com produção sistemática de conteúdo pornográfico ilícito, compartilhamento de ferramentas tecnológicas, divisão de tarefas e planejamento financeiro.

No estado de Rondônia, a operação teve como alvo um homem de 20 anos, investigado por participação nos fatos apurados. O mandado de busca e apreensão contra ele foi cumprido pela equipe de Juína, com apoio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cacoal (RO), após levantamento do Núcleo de Inteligência (NI) do Núcleo de Inteligência da Delegacia de Cacoal.

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Os investigados poderão responder, em tese, pelos crimes previstos no Art. 241-C da Lei nº 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente), além de outros delitos eventualmente identificados no decorrer das investigações.

“A Operação Máxima Proteção reforça o compromisso da Polícia Civil com a proteção integral de crianças e adolescentes e destaca a importância da conscientização sobre os riscos e consequências do uso criminoso de ferramentas de manipulação digital”, afirmou o delegado Jean Andrade Araújo.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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